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sexta-feira, 28 de junho de 2013

A OBRA DE DEUS VIVIDA NOS LARES - EBD 30/06/2013



A OBRA DE DEUS VIVIDA NOS LARES
João 20: 1 a 10

INTRODUÇÃO:
O serviço, a fé, a obediência, entrega, sabedoria e de maneira especial a coragem são apenas algumas características de servas que se colocam à disposição do Senhor para realizar a sua obra nos lares e nas igrejas.
Poderíamos fazer uma lista extensa de nomes de servas e servos do passado que, de várias formas, com muito zelo, escolheram servir ao Senhor.
Em Lucas 8: 1-3 vemos mulheres que serviam ao Senhor Jesus com os seus bens.

OUTROS EXEMPLOS:

Dorcas: É um exemplo de socorro aos necessitados através do seu serviço. Quantas viúvas choraram a sua morte, ao perderem a sua ajudadora? (Atos 9:36 a 41). Quantos ainda não chegaram a tal posição através do serviço. A nobreza do serviço edifica o lar.

Ana:       Ao cumprir o seu voto ao Senhor entregou o que de mais precioso possuía, o seu filho Samuel, para consagrá-lo ao Senhor (I SM 1:89). Uma troca de valores, um grande amor (filho) oferecido ao Senhor como gratidão.

Raabe:    Decidida, corajosa, escondeu os espias, tendo assim atuação marcante naquele momento decisivo para Israel (Josué 2). Confiou na promessa, livrou a casa através do clamor.

Abgail:   Tomou uma atitude sábia e de discernimento, ao se apresentar a atender o pedido de Davi (I SM 28: 18-44). Evitou um confronto desnecessário.

Maria Madalena: De madrugada, logo cedo, com outras mulheres, foi ao túmulo do Senhor. Preparou especiarias e ungüentos para ungi-lo. Quanto ânimo e disposição tinham aquelas servas. Queriam servir ao Senhor daquela forma, prestar-lhe este serviço (João 20: 1-10).

CONCLUSÃO:
Todas foram recompensadas: Dorcas foi ressuscitada, teve seus dias prolongados para continuar o seu trabalho.
Ana pôde ver Samuel ser usado como vaso precioso nas mãos de Deus e saber que o Senhor falava diretamente com ele. Recebeu também do Senhor mais três filhos e duas filhas. Ana pediu um filho – Deus lhe deu seis.
Raabe, além do livramento que recebeu para si e sua família, faz parte da genealogia do Senhor Jesus (Mateus 1:5) e foi citada como exemplo de fé em Hebreus 11:31.
Abigail pôde ouvir de Davi: “Bendito o teu conselho, e bendita tu, que hoje me estorvaste de vir com sangue, e de que a minha mão me salvasse” I SM 25:32 a 33 e 39. E ela foi ainda sua esposa.
Maria Madalena foi pela madrugada ungir o corpo morto do Senhor Jesus e encontrou-o vivo. Aleluia!
Que maior bênção e recompensa poderia aquela serva receber? Jesus, tendo vencido a morte, cumpriu toda a profecia. Mais uma vez estava alo comprovado o seu poder e sua glória.
Aquelas mulheres se dedicaram ao Senhor de coração. Sabemos que nenhuma delas temeu. A nenhuma faltou coragem ou pensou em ser recompensada. Porém, o Senhor olhou para a fidelidade de cada uma e as abençoou.
O nosso trabalho na Obra, seja qual for, terá uma recompensa. Antes mesmo de fazê-lo já estamos pagos. O maior preço foi pago pelo Senhor Jesus ao ir à cruz por nós, assegurou-nos vida, vida eterna com Ele. Nós devemos tudo ao Salvador. Nada que for feito será em vão. Porém a fraqueza, desânimo ou medo não poderão ter lugar em nosso coração.

OBSERVAÇÕES:

  1. Seria interessante a leitura dos textos abaixo por quem entregará esta mensagem para sua edificação pessoal. Isto daria maior conhecimento para a entrega da mesma.

João 20:1 a 10                   Atos 9: 36 a 41                I Samuel 1,2 e 3
Lucas 8: 1 a 3                    Josué 2                          Hebreus 11:31
Mateus 1:5                         I Samuel 25

  1. O estudo deverá ser feito na EBD, cuidadosamente.

  1. Esse estudo também deverá ser transmitido às senhoras.




ESTUDO JOVENS



41-“E CANTAVAM PARA FAZEREM OUVIR UMA SÓ VOZ”

 II Crônicas 5:13-14

 INTRODUÇÃO - O texto apresentado foi um acontecimento solene e importante pois trata a respeito de uma parte, das diversas que houveram, na consagração do “Templo de Salomão”.

Quando Davi reinou sobre Israel, foi usado pelo Senhor para livrar Israel de todos os seus inimigos. Davi intentou construir um templo para que Deus repousasse nele e estivesse no meio do povo, mas o Senhor disse que quem seria usado para fazer isso seria aquele que viria após Davi, seu filho Salomão (Salomão significa “paz”). Salomão então constrói o templo e traz a arca do concerto. Ela lembrava o povo daquilo que Deus havia feito a seus pais desde a saída do Egito até a chegada a terra prometida.
Davi já havia morrido e passado o reino e todo o roteiro da construção do “templo” para Salomão seu filho. Salomão constrói o templo e traz finalmente a “arca do concerto” para seu lugar. Foi colocada no Santuário na parte que estava separada para ela chamada Santidade das Santidades. O povo estava alegre sacrificando ao Senhor. Na arca só havia as duas tábuas que Moisés tinha posto em Horebe quando o Senhor fez concerto com Israel.
O templo estava pronto, a arca estava presente!
A PRESENÇA DA ARCA:
Nós sabemos que naquilo que Davi alcançou o projeto de Deus, ele tipifica o Senhor Jesus, como da mesma forma, Salomão tipifica o Espírito Santo que foi enviado depois que Jesus após o Pentecostes foi elevado aos céus.
Como Davi eliminou os inimigos de Israel, Jesus também venceu tudo e todos pela sua morte e ressurreição (“...tragada foi a morte na vitória”) e deu a todos os que quisessem o livramento de tudo o que é contrário ou se mostra como inimigo, pelo poder de Seu Sangue derramado.
Jesus quando morre, ressuscita e é recebido nos céus, deixa o que havia prometido (Davi deixa Salomão - paz), o Seu próprio Espírito Santo.
O Espírito Santo (Salomão) tem edificado uma obra (templo) que o Senhor Jesus (Davi) deixou com todos os recursos e ordenanças. A revelação (planta do templo), a madeira (o homem no Espírito), as pedras preciosas, o ouro e a prata, o cobre (os dons, o poder de Deus, a redenção de Jesus e a justiça de Deus) não tem faltado porque esta é uma obra do Espírito e que foi ordenada com a vinda de Jesus ao mundo, a pregação do evangelho, sua morte e ressurreição.
A arca ficava dentro de um lugar (Santidade das Santidades) atrás do véu onde só o sacerdote podia entrar. Ela foi trazida por Salomão para dentro do templo depois que estava pronto.
Da mesma forma hoje a arca está presente em nosso meio (a intimidade com Deus, a lembrança constante do momento da nossa salvação, de como Deus com mão forte nos tirou do Egito (mundo) e a figura da presença d’Ele em nosso meio).
Só o sacerdote podia entrar no Santo dos Santos, hoje não existe mais o véu da separação pois todos que foram lavados no Sangue do Cordeiro foram feitos sacerdotes de Cristo (“E para o nosso Deus os fizestes reis e sacerdotes;...”). Então podemos dizer que a arca está presente em nosso meio, a revelação de Jesus é real e operante em nós.
OS RESULTADOS DA PRESENÇA DA ARCA NO MEIO DA IGREJA:
Se Deus é presente em nosso meio então não estamos vivendo simplesmente em um ajuntamento social, mas no meio de sacerdotes do Senhor, ou seja, no meio de um povo que fala com o Senhor e que ouve diretamente a sua voz. Só isto já seria suficiente para afirmarmos que em nosso meio é edificada uma obra diferente, estranha e maravilhosa, mas os resultados da “presença da arca” em nosso meio são muito mais expressivos do que podem parecer, pois o Senhor tem operado de modo profundo neste templo (obra).
O Senhor tem operado sinais maravilhosos como libertações, curas, resolvido problemas nos lares e tantas coisas, mas o maior sinal da operação de Deus e a prova de que a arca está presente em nosso meio, é a operação da salvação do homem pelo poder do Sangue de Jesus e a garantia de que podemos esperar numa promessa maravilhosa de um lugar eterno para morar.
Esta é a Obra que Deus tem realizado em nosso meio, no meio de um povo separado para Ele, uma Obra do Espírito Santo, dinâmica e verdadeira, genuína e simples, poderosa para marchar rumo à eternidade e ninguém pode contra ela (“...nem as portas do inferno prevalecerão...”).

A ÚNICA VOZ QUE SE OUVE NA IGREJA FIEL É A DO ESPÍRITO:
“Eles uniformemente tocavam as trombetas, e cantavam para fazerem ouvir uma só voz.”
A Obra que Salomão (Espírito Santo) tem edificado é de uma uniformidade incomum, há uma disciplina, há sempre uma ordem de coisas a serem seguidas e que não são determinadas por idéias ou pensamentos do homem, mas pela vontade do Espírito. Podemos citar a visita da rainha de Sabá a Salomão, como ela fica deslumbrada com tanta disciplina e ordem, com as vestes e postura dos súditos do rei, assim é também a Obra do Espírito, as pessoas vêem e não entendem como pode um povo ser tão submisso, ordeiro, disciplinado, depois elas vêem que é porque não é do homem, não existe alguém especial, um destaque, mas sim um Espírito Santo operante.
O homem no Espírito é a trombeta de Deus, A mensagem desta última hora é o toque da trombeta, o anúncio da volta de Jesus que só a Igreja Fiel diz porque o Espírito Santo está nela (“...e o Espírito e a esposa dizem: vem.”).
A única voz que é ouvida no meio da Igreja Fiel é a do Espírito. A Igreja se esforça, trabalha, evangeliza, canta, chora, mas só uma voz é ouvida em nosso meio porque só quem fala em nosso meio é o Espírito Santo do Senhor. A batalha da Igreja é para que só o Senhor fale, só se ouça a voz do Espírito (“...e cantavam para fazerem ouvir uma só voz.”).

OS INSTRUMENTOS USADOS PELO ESPÍRITO NA IGREJA; O LOUVOR REVELADO:
“...e levantando eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros instrumentos músicos,...”
Deus usa o homem como instrumento para edificar sua Obra. O homem, como instrumento do Espírito é usado de diversas maneiras: através dos dons, na evangelização, na execução do louvor revelado que é uma arma poderosa da Igreja contra os ataques do adversário, e outras coisas mais.
“...e levantando eles a voz com trombetas,” ou seja, a Igreja levanta a voz com trombetas, profetiza através do louvor, do cântico de vitória, da alegria da salvação (é o próprio Espírito de profecia, o Senhor Jesus), cantado, exaltado e pregado, lembrado na valorização do sacrifício da cruz.
“...e címbalos, e outros instrumentos músicos,”. Deus nos criou para que o louvássemos (“Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor.”). Vemos a importância de a Igreja, os instrumentistas e grupos de louvor em geral entenderem e viverem o “momento solene” do louvor que é o que nos leva também a ouvir a voz do Espírito.
O momento que estamos vivendo é muito sério e de decisão. O louvor da Igreja também tem de mostrar que ela está decidida em uma escolha de forma de vida neste mundo e na sua esperança de herdar o que o Senhor Jesus foi preparar para ela. A essência do louvor revelado é mostrar que Jesus veio, mostrou o caminho para a eternidade e foi para nos preparar lugar.
A palavra nos confere em vários exemplos que um dos maiores objetivos do louvor é libertar o homem demonstrando a misericórdia de Deus, Quando a Igreja canta e Deus opera através do louvor, não é ela que está cantando, mas o Espírito que está dentro dela, ou seja, Jesus através do Seu Espírito operando libertação, preparando o homem para ouvir sua Palavra de eternidade. No meio do louvor revelado não há lugar para vaidades, competições ou contendas, só uma voz tem de ser ouvida.

O MOMENTO SOLENE DA IGREJA COM O SENHOR:
“...porque era bom, porque a sua benignidade durava para sempre.”
A Palavra fala e registra o momento da ida da arca para o templo e do fim de sua construção de forma toda especial pois aquele momento tinha que ficar gravado eternamente como ficou, pois a Palavra é eterna. A Igreja tem o entendimento de que o momento dela com o Senhor é solene e que é neste momento que ela, no Espírito, ouve uma só voz que é a do Espírito e este momento fica registrado na eternidade.
A Igreja Fiel quando louva ao Senhor não está inclinada a fazer com que as pessoas vejam a beleza exterior ou a técnica apurada simplesmente, mas o empenho dela é para que uma só voz seja ouvida, que nenhum homem apareça mas somente o Senhor, que as vaidades e orgulhos sejam esquecidos e que ela profetize a salvação e a glória da eternidade através de seu louvor, através da voz do Espírito que está clamando dentro dela.

A GLÓRIA DO SENHOR ENCHE O TEMPLO, A VOZ DO ESPÍRITO:
“...a casa se encheu duma nuvem, a saber, a casa do Senhor. E não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor encheu a casa de Deus.”
A Igreja que tem o Espírito Santo nela, é a mesma que faz questão de fazer com que todos ouçam uma única voz, a voz do Espírito, um ministério leigo mas de revelação. Quando esto acontece, todos os que se aproximam procurando alguma coisa que os satisfaça, ouvem uma mensagem diferente e, no mínimo estranha, pois não vêem o homem ser exaltado ou valores humanos à mostra, mas ouvem uma voz mansa que penetra suas almas destruindo qualquer barreira que antes o afastava de receber este refrigério, a glória do Senhor é revelada e invade o templo, não sentimos o tempo passar pois estamos vivendo o tempo de Deus naquele exato momento.
Quando a glória do Senhor invade o templo fica evidenciado que os que estão à frente do rebanho como homens colocados e ungidos pelo Senhor não podem eles mesmos fazer nada pois só a voz do Espírito deve ser ouvida. Quando alguém fala alguma coisa que não provém do Espírito, a Igreja Fiel que está no Espírito sabe imediatamente, pois ela conhece a voz de seu Senhor (“...as minhas ovelhas ouvem a minha voz...”). O homem cai aos pés do Senhor reconhecendo que nada pode fazer sem Ele e então o Espírito Santo começa a falar e operar no meio da Igreja.

SÓ A VOZ DO ESPÍRITO PODE SER OUVIDA:
A luta da Igreja é sempre ouvir o que o Senhor tem a dizer, pois ela de si mesma nada tem. Não existe importância alguma em valores intelectuais, profissionais ou outras coisas, existe sim, uma preocupação em mostrar que existe um só Senhor, um só Deus, um só Espírito, e, portanto, somente a Sua voz deve ser ouvida. Muitos são os instrumentos usados por Deus, muitos são os lugares onde a Obra do Espírito já está instalada, mas um só e o mesmo Espírito tem falado e continuará falando pois a necessidade é de que uma só voz seja ouvida.

terça-feira, 9 de abril de 2013

ESTUDOS - DA SEMANA

Estudo Bíblico para Jovens e Obreiros
Assunto: 
A confissão de Pedro
Texto Fundamental: Mateus 16:15-18
Identificar o sentido profético da metáfora utilizada pelo Senhor Jesus, em Mateus 16:15-18, quando se refere à palavra “pedra”.

Estudo Bíblica Dominical
Assunto: 
A confissão de Pedro
Texto Fundamental: Mateus 16:15-18
Identificar o sentido profético da metáfora utilizada pelo Senhor Jesus, em Mateus 16:15-18, quando se refere à palavra “pedra”.

Estudo Bíblico para Crianças e Intermediários
Assunto: 
O testemunho do servo do Senhor
Texto Fundamental: Daniel 5
Qual era o lugar certo para os vasos do templo, em Jerusalém ou no banquete de Belsazar?
    Resposta: Daniel 5:3 – No templo da casa de deus, em Jerusalém.

Estudo Bíblico para Adolescentes
Assunto: 
O testemunho do servo do Senhor 
Texto Fundamental: Daniel 5
O que é o banquete de Belsazar no mundo de hoje?
Resposta: Daniel 5:1-3
    – embriagar-se com o pecado
    – apegar-se aos modelos do mundo
    – zombar das coisas santas

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ESTUDO PARA FINAL DE SEMANA EBD - EBJO

O FIO DE ESCARLATE
A Bíblia tem sido examinada e citada por muitas pessoas, algumas que não conseguiram ou não conseguem entender que nela existe um mistério que entra linearmente do Gênesis ao Apocalipse como doutrina e base suficiente de redenção, no projeto de salvação do homem.

HISTÓRICO
Para muitos, o projeto de salvação exposto na Bíblia envolve apenas o aspecto histórico citado em textos fracionados, traduzidos por expressões e sentimentos humanos, através de atos declaratórios apenas exteriores.
No aspecto histórico a base do projeto de salvação é sempre mencionada no passado, como se tudo estivesse no controle apenas do conhecimento e da mente humana, guardado racionalmente na forma de servir a Deus como fez Caim.
Dentro da razão ofereceu o melhor para agradar a Deus, o que não foi aceito.

PROFÉTICO – O FIO DE ESCARLATE
O conhecimento e a apropriação da doutrina do projeto de salvação envolve toda a escritura bíblica que entra linearmente do Gênesis ao Apocalipse com uma ordenação clara do projeto de Deus para salvação do homem, como se um fio de escarlate unisse todos os pontos das escrituras sagradas de forma sequencial, envolvendo a figura do cordeiro e do sangue, fundamentos insubstituíveis da doutrina no projeto de salvação com início na oferta de Abel.
A descoberta desse mistério, “o fio de escarlate”, é tudo que o homem precisa para entrar nos mistérios da fé e da graça e possa sobreviver nos momentos de lutas e das aflições do presente.
A partir do entendimento desse projeto que teve início na oferta de Abel a compreensão do homem fica voltada para a dinâmica desse conteúdo profético, onde se destaca a figura gloriosa do Espírito Santo, como agente de união entre Deus e o homem através e pelo sangue de Jesus.
A Bíblia, ou seja, a palavra de Deus nas escrituras, só tem vida se o mistério do fio de escarlate se evidenciar em toda a meditação do seu conteúdo, que perderá tal valor se for retirado o fio de escarlate.
É preciso entender que todo o projeto do sangue e do cordeiro está na dinâmica do Espírito Santo, que age como pessoa, revelador e provedor de toda necessidade do homem que aceita Jesus como seu único e suficiente Salvador.
Assim como o sangue age no corpo alimentando e purificando, o Espírito Santo age da mesma forma no sentido de libertar e santificar os eleitos e chamados para o reino.
Não há dúvidas quanto à figura representativa do sangue como sendo o Espírito Santo de Jesus, que dá vida ao seu corpo, ligando esse corpo, igreja, ao cabeça, que é o Senhor Jesus, cujos estímulos enviados ao cabeça pelo sangue para que o corpo realize suas funções neurológicas responsáveis pela própria vida.

CLAMOR PELO SANGUE DE JESUS
Clamar pelo sangue de Jesus é evidenciar a dinâmica deste projeto que deve ser utilizado pelo crente em todos os instantes de sua vida, principalmente quando se nota a necessidade de comunhão com o Senhor no pedido de perdão dos pecados, um acesso para entrar no santuário pelo sangue de Jesus.
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.” Hb 10:19.
            “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” I Jo 1:9.
            Na primeira epístola de João, capítulo primeiro, verso sete, lemos:
            “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”
            “Todo pecado” – No original é mesmo que “cada pecado”.
A figura do cálice que Jesus apresenta na ceia agrega os significados e figuras do vinho que são: Sangue e Espírito Santo. Há portanto na figura do cálice a identificação que representa os mesmos elementos: vinho, sangue e o Espírito Santo.
O vinho simboliza ao mesmo tempo o sangue e a figura do Espírito Santo, lembrando mais uma vez que o sacrifício de Jesus não necessita ser repetido, que uma só vez Ele entrou no Santíssimo, enquanto nós aceitamos este sacrifício e todas as vezes que necessitamos de comunhão e dele fazemos uso com o recurso do clamor pelo sangue de Jesus.
“Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.” I Co 11:26.

No passado o clamor era feito, e que se nota na letra dos louvores registrados em todos os hinários evangélicos que falam do sangue e hoje Deus tem chamado um povo para confirmar com experiências pessoais essa doutrina, que promove um avivamento paralelo, este, que nos lembra a saída do povo de Israel do Egito para a Terra Prometida, cujas orientações foram dadas pela primeira vez, para o momento da saída, que envolvia a morte do cordeiro e o sangue que era colocado na verga e nos umbrais das portas dos israelitas, para livrá-los das pragas de Faraó e do anjo da morte que passaria pelo Egito para destruir a força de Faraó e de seus deuses dando libertação aos israelitas que partiram para terra prometida.
O momento profético que nos envolve é semelhante ao de Israel, lembrando que o momento histórico ficou para trás, e a Igreja Fiel assume o compromisso do clamor pelo sangue de Jesus, colocado na porta, na verga e nos umbrais do coração, um preparo também para o momento da saída da Igreja que se aproxima do seu arrebatamento. A palavra Maranata identifica tal momento, pelos sinais proféticos que foram mencionados no Velho Testamento pelos profetas, também apóstolos e pelo Senhor Jesus no Novo Testamento que estão evidentes e que nos colocam em extrema vigilância.
A evidência do clamor pelo sangue de Jesus está na prática de sua instrução quando foi servida aos seus discípulos.
 OBSERVAÇÃO
  1. 1.      Abel apresentou o sacrifício do cordeiro e do sangue porque entendeu por revelação o que Deus fez para apagar o pecado de Adão e Eva. Abel concluiu que o esforço humano não agradaria a Deus e sim o sacrifício do animal que era o início do grande projeto de salvação representado pelo fio de escarlate em toda Bíblia do Gênesis ao Apocalipse. Tem início por inciativa do Pai e se consuma na eternidade.
Gênesis 3:21 – “E fez o SENHOR Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.”
Apocalipse 12:11 -  “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.”

  1. 2.      Alguns textos bíblicos sobre o assunto estão em anexo e servirão de base doutrinária para que ninguém seja enganado.

  1. 3.      No verso 13 do capítulo 12 de Êxodo, lemos: “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.”

VEJAMOS OS TEXTOS BÁSICOS DO PROJETO ETERNO DE SALVAÇÃO
1.      Adão e Eva – A morte do animal e o sangue derramado – início do projeto. Deus providencia a pele do animal – Depois de morto (claro). Gênesis 3:21 – “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.”
2.      Abel – O sangue e a morte do cordeiro. Gênesis 4:4 – “E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.”
3.      O sacrifício de Jesus – Cordeiro de Deus anunciado pelo profeta Isaias. Isaías 53:7 – “Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca.
João 1:29 – “…Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”
4.      O Novo Testamento – Não foi consagrado sem sangue. O sangue de Jesus, que fala melhor do que o de Abel.
Hebreus 9:18 – “Pelo que também o primeiro não foi consagrado sem sangue.”
5.      Aspersão
Hebreus 12:24 – “E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.”
I Pedro 1:2 – “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: graça e paz vos sejam multiplicadas.”
I Pedro 1:19 – “Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.”
I João 1:7 – “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”
6.      Testamento
Hebreus 9:20  –  “Dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus vos tem mandado.”
7.      O sangue de Cristo – (O Espírito Santo).
Hebreus 9:14 – “Quanto mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?”
Sangue – Espírito Santo (Espírito Eterno).
8.      Juízo para os profanos
Hebreus 10:29 – “De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?”
Mateus 12:31 – “Portanto eu vos digo: Todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.”
Sangue – Espírito Santo (Espírito da graça).
9.      Ousadia
Hebreus 10:19 – “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.”
O crente tem o direito e só entra no santuário pelo Espírito Santo (sangue). Não existe fórmula mágica que não seja através da operação do Espírito Santo.

10.    Apocalipse 5:9 – “E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação.”
11.    Venceram pelo sangue do Cordeiro
Apocalipse 12:11 – “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.”
12.    II João 1:10
“Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.”
CONCLUSÕES
            – Todo ataque dos obreiros do mal será contra a doutrina da redenção pelo sangue de Jesus;
- A Igreja dos últimos tempos enfrentará todo tipo de oposição com doutrinas que irão confrontar com a essência do projeto de salvação na tentativa de anulá-lo;
- Na tentativa de agradar a clientela, os conceitos e opiniões serão revigorados com publicações irresponsáveis no sentido de desviar o crente do caminho nesta última hora;
            Os títulos que serão explorados pelos “doutores” e “mestres” da apostasia se resumem no seguinte:
  1. 1.      Haverá uma segunda oportunidade para o crente que não for arrebatado. Será um prêmio para sua infidelidade e a Igreja que for infiel terá outro Espírito Santo para arrebatá-la. Será uma mensagem excelente para atrair caídos e derrubar os fracos. Em suma: Não é necessário, dizem eles, se preocupar com a vinda do Senhor Jesus.
  2. 2.      A graça é um estímulo ao consentimento do pecado, querem dizer: sem santificação, “todos” verão a Deus.
  3. 3.      A ação do sangue de Jesus na vida da Igreja e do homem é histórica, é literária, é biológica. Existem substitutos para o sangue ou formas de apresentar o sangue, substituindo o Espírito Santo. Negam o sentido profético da ceia.