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segunda-feira, 16 de abril de 2012

CALENDÁRIO PARA AS AULAS DE ABRIL/MAIO 2012

CALENDÁRIO PARA AS AULAS DE ABRIL/MAIO 2012
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DIA
ASSUNTO: PARÁBOLAS
TEXTOS
15/04
DO SEMEADOR
MATEUS 13:3-23
22/04
DO JOIO E DO TRIGO
MATEUS 13:24-30
ATOS 13:6-12
29/04
DO GRÃO DE MOSTARDA E FERMENTO
MATEUS 13:31-35
06/05
NÃO HAVERÁ TRANSMISSÃO
 —
13/05
DO TESOURO ESCONDIDO
MATEUS 13:44
20/05
DA PÉROLA DE GRANDE VALOR
MATEUS 13:45-46
27/05
DA REDE
MATEUS 13:47-50

terça-feira, 6 de setembro de 2011

AULAS PARA CRIANÇAS INTERMEDIARIOS E ADOLESCENTES - 5ª AULA

ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE: CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES – SETEMBRO/2011

5ª Aula: 11/9/11

TEMA: O TESTEMUNHO NA VIDA DO SERVO
Título: A VIDA EXEMPLAR DE DANIEL

Ler:        Daniel 5:12 - “Porquanto se achou neste Daniel um espírito excelente, e ciência, e entendimento, interpretando sonhos, e explicando enigmas, e solvendo dúvidas, ao qual o rei pôs o nome de Beltessazar; chame-se, pois, agora Daniel, e ele dará interpretação”.

OBJETIVO DA AULA
            Daniel – exemplo do servo que alcançou a vitória através da decisão tomada diante do Senhor de testemunhar do Senhor numa terra estranha.
            Assim, através do testemunho do Senhor na sua vida Daniel não se misturou, ou melhor, não se deixou contaminar com as festas de Babilônia e manteve sua comunhão com Deus, não se deixando corromper pelas ofertas de um mundo tão contrário a Deus. Por causa disso sua vida espiritual e sua progressão profissional foram preservadas.

INTRODUÇÃO

O FIM DO REINO DE BABILONIA
               O império babilônico estava no seu apogeu, ou seja, no seu ponto máximo de progresso e prosperidade. Quem reinava agora era Belsazar, neto de Nabucodonozor. Ele achava que não iria se cumprir mais o juízo de Deus, anunciado por Daniel, quando ainda adolescente na interpretação do sonho do rei no capitulo 2:39 – “E, depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu,”.

DANIEL CAPÍTULO 5

UMA FESTA MUNDANA
v.1       “O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil.”
               A festa mundana dada por Belsazar para mil dos seus grandes mostrava o que é hoje o símbolo perfeito de um mundo sem Deus, que não se dá por avisado diante do juízo de Deus. O rei confiava na capacidade de armazenamento de alimentos em Babilônia para muitos anos à frente, de sorte que se achava capaz de resistir a um cerco (uma invasão) que pudesse durar mais de 20 anos.
               O homem no mundo de hoje confia que os recursos da sua própria capacidade é que irão garantir sua subsistência no futuro, mesmo que seja em outro planeta. Isso é o mesmo engano que Belsazar cometeu.

DAR-SE POR AVISADO DIANTE DOS JUIZOS DE DEUS
               Como nos dias de Noé, quando veio o dilúvio, ou em Sodoma e Gomorra, quando choveu fogo e enxofre, porque não se deram por avisados. Mas em Nínive, por terem ouvido a palavra do Senhor pelo profeta Jonas a misericórdia do Senhor poupou-lhes a vida.
               Mateus 24:38,39 – “Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.”
               Lucas 17:28,29 – “Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos
               Lucas 11:32 – “Os homens de Nínive se levantarão no Dia do Juízo com esta geração e a condenarão; pois se converteram com a pregação de Jonas; e eis aqui está quem é maior do que Jonas

OS PRAZARES DO MUNDO SÃO PASSAGEIROS
               A grandeza de Belsazar sobe-lhe à cabeça. A tendência do homem é tornar o mundo formoso para satisfazer à carne, pois ele pensa somente naquilo que é temporal. O banquete de Belsazar é o banquete de Satanás hoje no mundo.
Dentro do palácio havia uma convocação de uma elite. Eram os representantes do império.

O QUE É O BANQUETE DE BELSAZAR NO MUNDO DE HOJE?
O mundo de hoje faz exatamente o mesmo que Belsazar fez:
Embriaga-se com o vinho do pecado. Neste capitulo: 6 referências ao vinho.
v.1a     “…bebeu vinho na presença dos mil”.
Apega-se àqueles que, aos seus olhos, são tidos como grandes, para tomá-los por modelo.
v.3       “…e beberam neles o rei, os seus grandes, as suas mulheres e concubinas”.

Usa de deboche (zombaria) às coisas santas (ao trazer os vasos sagrados do templo) – é o caso hoje de músicas e filmes de deboche a Deus.
v.2       “…mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém…”





terça-feira, 23 de agosto de 2011

SUGESTAO DE ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE: CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES. – 29/agosto-4setembro/11

SUGESTAO DE ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE: CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES. – 29/agosto-4setembro/11

– (4ª aula)

TEMA: O TESTEMUNHO NA VIDA DO SERVO

Título: A VIDA DE ORACAO DE DANIEL
PERGUNTA PARA CRIANÇAS E INTERMEDIÁRIOS

COMO FOI CHAMADO DANIEL EM BABILÔNIA, QUANDO FEZ SABER AO REI A INTERPRETACAO DO SONHO DO REI?
RESPOSTA: – FOI CHAMADO DE “UM DENTRE OS FILHOS DOS CATIVOS DE JUDÁ”. –

DANIEL 2:25

PERGUNTA PARA ADOLESCENTES
QUAL O GRANDE RESULTADO DO TESTEMUNHO DE DANIEL EM BABILÔNIA?
RESPOSTA: – O REI PASSOU A CONHECER O PODER DE DEUS
- DANIEL 2:47
ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE: CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES.

– (4ª aula)
TEMA: O TESTEMUNHO NA VIDA DO SERVO
Título: A VIDA DE ORACAO DE DANIEL
Ler: Daniel 2:48 - “Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pôs por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia”.
OBJETIVO DA AULA
Daniel – exemplo do servo que alcançou a vitória através da decisão tomada diante do Senhor de testemunhar do Senhor numa terra estranha.
Assim, através do testemunho de uma vida de oração, Daniel desfrutou de todos os resultados de sua vida de oração, não somente em favor de sua própria vida, mas também de todos os seus companheiros.
INTRODUÇÃO
A glorificação pela resposta de Deus à oração feita por Daniel e seus companheiros revela a confiança total que depositavam num Deus que lhes faria prosperar, em tudo, numa terra onde servir ao Senhor parecia tão difícil.
A PROSPERIDADE NA VIDA DO SERVO DE ORAÇÃO
O servo de oração, quando toma posse da revelação do Senhor, está preparado e seguro para enfrentar qualquer dificuldade que se levante contra ele, seja nos estudos ou no trabalho. Daniel, na sua oração, pode transmitir vida, poupando da morte até os demais sábios de Babilônia.
v.24     “Por isso Daniel foi ter com Arioque,…; entrou, e disse-lhe assim: NÃO MATE OS SÁBIOS DE BABILÔNIA; introduze-me na presença do rei,…
Os demais sábios, não foram prejudicados, pois o Senhor abençoa o servo fiel e responde a oração em favor daqueles com convivem com ele.
v.25     “então Arioque depressa introduziu a Daniel a presença do rei,… Achei um dentre os filhos dos cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação”.
O “cativo” era um tratamento pejorativo (vulgar), pois Daniel não era dos nobres de Babilônia e, sim, dos nobres de Judá; é como hoje o tratamento dado ao servo do Senhor, chamado de: “o crente”, pois ele não pertence à nobreza deste mundo, mas à nobreza do reino de Deus. Esse tratamento vai percorrer toda a vida de Daniel em Babilônia, por causa da sua identidade com o povo do Senhor. (ver também esta expressão em Daniel 5:13 e 6:13).
v.26     “Respondeu o rei, e disse a Daniel…: Podes tu fazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?”
O TESTEMUNHO DE DANIEL:
FALOU DO SENHOR PARA O REI – AUTORIDADE MÁXIMA NA BABILÔNIA
v.27     “Respondeu Daniel na presença do rei, dizendo: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem declarar ao rei;”
v.28     “Mas HÁ UM DEUS NO CÉU, O QUAL REVELA OS MISTÉRIOS; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonozor o que há de acontecer nos últimos dias;…”
Daniel dá testemunho de uma Obra que só Deus realiza e não o homem.
v.29     “…Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser.”
v.30     “E a mim me foi revelado esse mistério, não porque haja em mim mais sabedoria que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração”.
TRÊS RESULTADOS DO TESTEMUNHO DE DANIEL EM BABILÔNIA
1. A REAÇÃO DE NABUCODONOZOR
v.46     “Então o rei Nabocodonozor caiu sobre a sua face,…”
v.47     “Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mistérios,…”
Aquela revelação entregue por Daniel da parte do Senhor, o rei Nabucodonozor tocou profundamente o seu coração e, por isso, ficou muito quebrantado e passou a reconhecer o poder do Deus de Israel. Esse era o grande propósito de Deus com a ida do povo de Israel para Babilônia, ou seja, tornar conhecido ali o nome do Senhor. Esse propósito do Senhor foi atendido através de um pequeno grupo de fiéis, Daniel e seus companheiros.
2. RECOMPENSAS PARA A VIDA MATERIAL E PROFISSIONAL DO SERVO
v.48     “Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pôs por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia”.
3. RECOMPENSAS TAMBÉM PARA OS SEUS COMPANHEIROS
v.49        “E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abdenego; mas Daniel permaneceu na porta do rei”. Daniel ocupou uma função importante com acesso ao rei durante todo o reinado de Nabucodonozor

ESTUDO C.I.A -

ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE: CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES. – (3ª aula)

TEMA: O TESTEMUNHO NA VIDA DO SERVO

Título: A VIDA DE ORACAO DE DANIEL

Ler: Daniel 2:18 - “Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios da Babilônia”.
OBJETIVO DA AULA

Daniel – exemplo do servo que alcançou a vitória através da decisão tomada diante do Senhor de testemunhar do Senhor numa terra estranha.
Assim, através da sua vida de oração Daniel preservou sua íntima comunhão com Deus, conciliando sua vida espiritual e sua formação profissional (o testemunho, a conduta do servo).

INTRODUÇÃO

TEMPLO FÍSICO E TEMPLO ESPIRITUAL
O templo de Jerusalém foi saqueado e seus valores em ouro foram levados para Babilônia, mas o rei não conseguiu destruir o templo espiritual do servo, ou seja, o coração de Daniel e seus companheiros, os nobres de Judá.

DANIEL CAPÍTULO 2

O SONHO DA ESTÁTUA – A ORAÇÃO DE DANIEL
v.1       “…Nabucodonozor teve sonhos; e o seu espírito se pertubou, …”
v.2       “Então o rei mandou chamar os magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus, …”
v.3       “E o rei lhes disse: Tive um sonho; …”
v.4       “E os caldeus disseram ao rei: …Dize o sonho a teus servos, e daremos a interpretação”.
v.5-10 e v.11    “Porque o assunto que o rei requer é difícil;

Só o Senhor é capaz de revelar os segredos para solução do problema espiritual das pessoas. Isso é o que nós temos no CULTO PROFÉTICO.

O DECRETO DE MORTE
v.12     “Por isso o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia”.
v.13     “E saiu o decreto, segundo o qual deviam ser mortos os sábios;”
DANIEL = SERVO ATENTO E VIGILANTE
v.14     “Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, …”
v.15     “disse a Arioque, capitão do rei: Por que se apressa tanto o decreto?”

A ORAÇÃO DE DANIEL – ARMA ESPIRITUAL NO MOMENTO DA PROVA A AJUDA DA IGREJA:
v.17     “Então Daniel foi para a sua casa, e fez saber o caso a seus companheiros”.
Daniel, apesar de ter dons não agiu sozinho (isoladamente), mas buscou ajuda no corpo, chamando seus companheiros.

A ORAÇÃO NO CORPO:
v.18     “Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios da Babilônia”.

O decreto era para morte, mas Daniel e os outros servos pediram a Deus por eles e pelos outros.
A RESPOSTA DA ORAÇÃO
v.19     “Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite;…”

O decreto foi apressado, mas o Senhor respondeu rapidamente a oração dos servos, na medida da necessidade, pois era urgente.

A GLORIFICAÇÃO – DANIEL LOUVOU AO SENHOR PELA RESPOSTA À ORAÇÃO.
“…então Daniel louvou o Deus do céu”.
v.20     “Falou Daniel, …: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força;”
(v.2:21) “E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos”.
(v.22) “Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz”.
Este louvor demonstra o descanso no Senhor por parte de Daniel e seus companheiros, pela certeza de que a oração tinha sido respondida.

A IDENTIDADE DE SERVO PRESERVADA.
v.23     “Ó Deus de meus pais, eu te dou graças e te louvo,…”
Daniel reafirma aqui a sua identidade. Ele não perdeu sua identidade de hebreu, servo do Senhor, pois era a sua herança. “Meus pais” – pais que lhe deram o nome: Deus é meu juiz. Não se tratava apenas de um adolescente, mas de um herdeiro fiel.

A HUMILDADE – POSTURA DE DANIEL
“…porque me deste sabedoria e força; e agora me fizeste saber o que te pedimos.”
Daniel agiu conforme o Senhor Jesus ensinaria mais tarde aos discípulos: (MT 18:20) “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ESTUDO C.I.A. - 21/08/2011

ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE:CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES.
TEMA: O TESTEMUNHO DO SERVO DO SENHOR
Título: A DECISÃO DE DANIEL – (2ª aula)
Ler: Daniel 1:8 – “E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar”.
OBJETIVO DA AULA
Daniel – exemplo do servo que alcançou a vitória através da decisão tomada diante do Senhor de testemunhar do Senhor numa terra estranha. Através de sua corajosa decisão de não se contaminar com as iguarias do rei de Babilônia, Daniel preservou sua íntima comunhão com Deus, conciliando sua vida espiritual e sua formação profissional (o testemunho, a conduta do servo).
INTRODUÇÃO
REPETINDO A PERGUNTA DA 1ª. AULA:
É possível servir a Deus em Babilônia?
A DEFINIÇÃO DE DANIEL AINDA ADOLESCENTE
v.8 “e Daniel propôs no seu coração não se contaminar…
Daniel apesar de sua idade (tinha entre 12 a 14 anos) tomou uma posição de: “não se contaminar com as iguarias do rei de Babilônia”. (Daniel 1:8).
O que levaria um menino dessa idade a tomar uma posição tão corajosa?
O que levou aquele menino a dizer não a tudo quanto estavam lhe oferecendo em Babilônia?
Afinal, ali estaria o futuro da sua vida secular. Estava vivendo em Babilônia e, para prosperar ali tinha que aprender a linguagem dos babilônios, o modo de viver deles e também o comportamento deles, tendo que se adaptar às ofertas que eles faziam. E, mais, a sua decisão de não se contaminar, implicava na ofensa ao rei, e, por consequência, na sua morte, pois ninguém podia desobedecer ao rei.
Porém, a decisão de Daniel se deu por que:
- Daniel sabia quem era o verdadeiro Deus;
- Daniel tinha o temor do senhor deus em sua vida;
- Daniel tinha um compromisso com Deus, e sabia que servir ao Senhor era a coisa mais importante na sua vida. O medo da rejeição do rei de Babilônia não lhe afligiu em nada, porque Daniel conhecia o Deus Todo Poderoso que poderia livrá-lo. Daniel temia ao Senhor.
O temor ao Senhor não quer dizer ter medo do Senhor. O temor ao Senhor é reverência ao Senhor. O temor gera no coração do servo uma relação de intimidade com Deus, e esta relação de intimidade com Deus, a que chamamos de experiência pessoal, leva o servo a querer agradar ao Senhor em tudo, independente de sua idade. A obediência em razão do temor gera em nós alegria no coração e prontidão em obedecer.
A Palavra diz que aquele que teme a Deus é homem sábio. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. (Provérbios 9:10). Quando o temor a Deus existe em nossos corações, os nossos atos são realizados com um referencial que não nos deixar errar. Esse referencial é o Espírito Santo que nos ensina todas as coisas e nos guia em toda a verdade. (João 16:13).
A OPERAÇÃO DO SENHOR A FAVOR DO SERVO DEFINIDO
v.9e10 – “Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.” (v.10) “E disse o chefe dos eunucos a Daniel: tenho medo do meu senhor, o rei…; pois por que veria ele os vossos rostos mais tristes do que os dos outros jovens que são da vossa idade?…”
O chefe dos eunucos tinha a mesma visão do mundo hoje, quando pensam que as crianças, os adolescentes e os jovens da igreja não são felizes, não aproveitam a vida como os da sua idade. Pelo contrário por serem crentes em Jesus, estão livres das tristezas do mundo.
v.11     “Então disse Daniel… “
v.12     “Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, e que se nos deem legumes a comer, e água para beber.”
v.13     “então se examine diante de ti a nossa aparência, e a aparência dos jovens que comem a porção das iguarias do rei;…”
v.14     “e ele consentiu isto, e os experimentou dez dias.”
v.15     “e, ao fim dos dez dias, apareceram os seus semblantes melhores,…”
Podemos comprovar a diferença do semblante das crianças, adolescentes e jovens que servem ao Senhor comparados aos que hoje estão comendo as iguarias do mundo. O que serve ao Senhor é confiante, seu semblante é sempre alegre, seu coração é feliz. É vitorioso e não precisa temer o mal, pois tem sobre ele a garantia das promessas de bênçãos do Senhor.
DANIEL E SEUS COMPANHEIROS RECEBEM DO SENHOR RECURSOS PARA TODA A VIDA MATERIAL/PROFISSIONAL E VIDA ESPIRITUAL
v.17     “Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos.
Daniel vai usar em toda a sua vida em Babilônia, os recursos dos dons espirituais que o Senhor lhe deu, seja na revelação e entendimento do sonho do rei Nabucodonozor, no capitulo 2, ou mesmo nos dons de línguas estranhas e interpretação no banquete de Belsazar, no capitulo 5. O uso do recurso espiritual lhe garantiu em toda a sua vida a benção material do conhecimento, inteligência e sabedoria e a benção maior que foi a espiritual.
NA FASE PREPARATORIA PARA O SEU FUTURO, OS SERVOS FORAM HONRADOS PELO SENHOR.
v.18     “E ao fim dos dias,… o chefe dos eunucos os trouxe diante de Nabucodonozor.”
v.19     “e o rei falou com eles; e entre todos eles não foram achados outros tais como daniel,…; portanto ficaram assistindo diante do rei.”
v.20     “e em toda a matéria de sabedoria e de discernimento, sobre o que o rei lhes perguntou, os achou dez vezes mais doutos (sábios) do que todos os magos astrólogos que havia em todo o seu reino”.
No resultado da fase preparatória para o futuro deles, a conclusão do rei confirma que o prazo solicitado por Daniel foi um pedido no Espírito, ou seja, que veio do Senhor, pois, nos 10 dias de prova, tornaram-se 10 vezes mais cultos.
No tempo anterior à entrevista com o rei, que foi o tempo de preparação, os servos não se contaminaram e foram vitoriosos, porque tiveram discernimento acerca do tipo de ensino recebido no palácio do rei Nabucodonozor.
Conforme nos ensina a Palavra em I Tessalonicenses 5:21, retiveram apenas o que é bom.

DUAS REVELAÇÕES DO SENHOR RELACIONADAS À PROMESSA DO SENHOR QUANTO AO FUTURO DOS SEUS SERVOS FIÉIS:
1ª. (Para os que estão estudando e ainda não trabalham): “a conduta do servo no tempo dos estudos já é uma preparação para a conduta no tempo do trabalho”.
2ª. (como complemento da primeira) “hoje os servos se preparam para serem sábios no conhecimento da palavra e não para serem confundidos com o ensino que estão recebendo no mundo”.
A BENÇÃO PARA A VIDA MATERIAL/PROFISSIONAL DE DANIEL
v.21     “E Daniel permaneceu até o primeiro ano do rei Ciro”.
*                          Daniel permaneceu sempre em altos cargos nos governos de Nabucodonozor, Belsazar, Dario e Ciro. Seu testemunho registrado na Palavra foi nos momentos de estudo e de trabalho. Foi usado por Deus de forma diferente dos profetas Isaías e Jeremias que profetizaram para o povo de Israel. Daniel foi chamado por Deus para testemunhar para os ímpios durante o cativeiro do povo de Israel em Babilônia.

*                    Nabucodonozor achou que conseguiria moldar os jovens cativos de Judá para transformá-los em caldeus (ou babilônios). Não só foi derrotado em seu propósito, como necessitou constantemente dos serviços de Daniel e o Senhor é quem transformou o seu coração. (Daniel 2:47)

*                    Aos adolescentes: um dia vocês vão trabalhar fora e, desde já, o Espírito Santo quer prepará-los para serem sábios. Precisam dos seus corações definidos, retendo aquilo que é bom do ensino recebido, para terem condições de enfrentar as dificuldades no trabalho e testemunhar do Senhor para outras pessoas. Foi o que aconteceu a Daniel após seu período de preparação.
Vale a pena aqui voltarmos à pergunta feita no início da aula:
É possível servir a Deus neste mundo com tantas ofertas? Certamente que a resposta é SIM. O Senhor tem nos dado condições para vivermos num mundo de tantas ofertas da carne e do pecado, mas sermos vitoriosos na decisão de servir ao Senhor, recusando e não se deixando contaminar com essas ofertas.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

PERGUNTAS 08 DE AGOSTO DE 2011

Perguntas da semana 08/08/2011

  PERGUNTA PARA SENHORAS E CULTO NO LAR
- ASSUNTO: O SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS
- TEXTO FUNDAMENTAL:
JOÃO 17:19

  1. O SENHOR JESUS EXERCEU SEU SACERDÓCIO, EM NOSSO FAVOR, SANTIFICANDO-SE A SI MESMO, CONFORME JOÃO 17:19.
PERGUNTA-SE:
É POSSÍVEL IDENTIFICAR NO TEXTO ACIMA A FORMA COMO A IGREJA EXERCE, NA PRÁTICA, O SEU SACERDÓCIO?

  PERGUNTA PARA JOVENS E OBREIROS
- ASSUNTO: O SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS
- TEXTO FUNDAMENTAL: JOÃO 17:19

  1. A SANTIFICAÇÃO E CONSAGRAÇÃO DO SACERDOTE NO VELHO TESTAMENTO ERA FEITA CONFORME LEVÍTICO CAP.8.
PREGUNTA-SE:
É POSSÍVEL RELACIONAR A EXPRESSÃO DE JOÃO 17:19 “POR ELES ME SANTIFICO A MIM MESMO” COM O TEXTO ACIMA?

  PERGUNTA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
- ASSUNTO: O SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS
- TEXTO FUNDAMENTAL:
JOÃO 17:19
  1. A SANTIFICAÇÃO E CONSAGRAÇÃO DO SACERDOTE NO VELHO TESTAMENTO ERA FEITA CONFORME LEVÍTICO CAP.8.
PREGUNTA-SE:
É POSSÍVEL RELACIONAR A EXPRESSÃO DE JOÃO 17:19 “PARA QUE TAMBÉM ELES SEJAM SANTIFICADOS NA VERDADE” COM O TEXTO ACIMA?

  PERGUNTA PARA CRIANÇAS E INTERMEDIÁRIOS
- ASSUNTO: O TESTEMUNHO DO SERVO DO SENHOR

- TEXTO FUNDAMENTAL: DANIEL 1:3,4
  1.QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DO SERVO QUE POSSUI A LINHAGEM REAL E DOS NOBRES, CONFORME DANIEL 1:3?
RESPOSTA: DANIEL 1:4

  PERGUNTA PARA ADOLESCENTES- ASSUNTO: O TESTEMUNHO DO SERVO DO SENHOR
- TEXTO FUNDAMENTAL: DANIEL CAP.1

  1.QUAL FOI O OBJETIVO DA MUDANÇA DOS NOMES DE DANIEL E SEUS COMPANHEIROS?
RESPOSTA: DANIEL 1:7
TROCAR A IDENTIDADE DELES COM O SENHOR, POR UMA IDENTIDADE COM OS DEUSES DE BABILÔNIA.

ESTUDO 14 DE AGOSTO - C.I.A

Estudo para crianças, intermediários e adolescentes 14/08/2011

ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE:
CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES.

TEMA: O TESTEMUNHO DO SERVO DO SENHOR

Título: O TESTEMUNHO DE DANIEL – (1ª aula)
Ler:  Daniel 1:6-7 – “E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. E o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel pôs o de Beltessazar, e a Hananias, o de Sadraque, e a Misael, o de Mesaque, e a Azarias, o de Abede-Nego”.
OBJETIVO DA AULA
Daniel – exemplo do servo que alcançou a vitória através da decisão tomada diante do Senhor de testemunhar do Senhor numa terra estranha. Com o seu testemunho, Daniel assim preservou sua íntima comunhão com Deus, conciliando sua vida espiritual e sua formação profissional (o testemunho, a conduta do servo).
INTRODUÇÃO
UMA PERGUNTA: É possível servir a Deus em Babilônia?
Babilônia foi fundada por Ninrode e era a cidade mais magnífica do mundo antigo. Situada no berço da raça humana, às margens do rio Eufrates, foi edificada ao redor da torre de BABEL (Gn 11:9).
A cidade era a residência predileta dos reis babilônicos, assírios e persas e até mesmo de Alexandre o Grande, que tinha planos de embelezá-la ainda mais, porém morreu antes de poder concretizá-los. Era, portanto, o centro das atenções do mundo antigo e foi a capital do primeiro império político do homem.
O império babilônico sucedeu ao império Assírio de pouca expressão no cenário político da história do homem. O império babilônico por mãos de Nabucodonosor alcançou a glória, e era o que de mais importante existia. Sua pompa foi tão expressiva que até hoje os historiadores falam dos avanços que aquele império proporcionou (jardins suspensos – rede de esgotos – etc.).
Estar em Babilônia era estar em evidência; participar da mesa do Rei era motivo de muita satisfação e honra para o nobre de Babilônia.
DANIEL CAPÍTULO 1
MOMENTO HISTÓRICO
v.1 “No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou”.
EXPLICAR RESUMIDAMENTE QUEM FOI NABUCODONOZOR E O MOMENTO VIVIDO POR ISRAEL
DADOS SOBRE NABUCODONOZOR (APENAS PARA PROFESSOR)
•     (Nabucodonozor = “Nabu – projeta meu filho”) Nabu = divindade babilônica.
Seu pai foi o fundador da dinastia babilônica que dominou o império assírio. Em 612 a.C. Nabucodonozor foi coroado príncipe e comandante do exército caldeu que derrotou os egípcios. Seu exército invadiu Jerusalém em 605 a.C. Nabucodonozor tornou-se rei. Como rei governou de 605 até  562 a.C. – mais da metade do império babilônico (império babilônico durou de 612 a 529).
Nabucodonozor tornou-se um grande estadista, pensava que era poderoso ao conquistar várias nações e tomar Jerusalém, porém não foram conquistas decorrentes de seus méritos ou poderio, o Senhor o usou para derrotar os inimigos de Israel e permitiu o cativeiro com uma lição ao povo desobediente.
V.2 “E o Senhor entregou nas suas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da Casa de Deus, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pôs os utensílios na casa do tesouro do seu deus”.
O CATIVEIRO
O rei de Babilônia trouxe, da linhagem real de Judá, moços sem defeito algum, para aprenderem a cultura e costumes babilônicos e determinou-lhes a comida, os prazeres e toda a participação deles daquilo que o rei vivia. O império babilônico dominava todas as coisas, e uma das técnicas utilizadas pelos reis babilônicos era o de levar para Babilônia os príncipes (os filhos dos nobres) de cada reino conquistado visando uma adaptação dos mesmos aos costumes do império e depois os usava na administração de suas próprias regiões. Agindo assim se evitava os levantes e as revoltas dos povos conquistados.
Na verdade o cativeiro aconteceu em razão do pecado de Israel – o povo pecou, esqueceu-se do Senhor e o cativeiro lhes foi por consequência. Foi, portanto, permitido por Deus para dar um ensino de correção a Israel. (Daniel 1:2). Nabucodonozor trouxe os nobres de Judá para a Babilônia.
OS JOVENS CATIVOS DE ISRAEL:
v.3 “E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel…,”
CARACTERÍSTICAS DOS JOVENS (ADOLESCENTES) ESCOLHIDOS
Requisitos exigidos por Nabucodonozor: (v.3-4)
*     filhos de Israel, da linhagem real e dos nobres;
*     jovens em quem não houvesse defeito algum;
*     formosos de aparência;
*     e instruídos em toda a sabedoria;
*     e sábios em ciência;
*     e entendidos no conhecimento;
*     e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei.
Quem seriam estes jovens (adolescentes) hoje, alvos da escolha do adversário?
O grupo de servos da igreja, fiéis ao Senhor:
*     Nobres;
*     Da linhagem real – filhos de Deus, co-herdeiros com Cristo;
*     De boa aparência – diferentes da aparência dos jovens do mundo;
*     Sem defeitos – sem vícios, sem maus costumes;
*     Instruídos – conhecimento e vivência da Palavra;
*     Bem sucedidos nos estudos;
*     Habilidade para assistirem ao rei – preparados para o serviço do Senhor Jesus.
O verso 6 dá destaque a 4 moços dentre aqueles que foram deportados de Judá: Daniel, Hananias, Misael e Azarias.
Estes moços eram tão diferentes que isto chamou a atenção do chefe dos eunucos, que resolveu mudar-lhes os nomes, (Dn.1:7) para que fossem semelhantes aos outros jovens do reino, para adaptação deles ao reino de Babilônia.
O nome é o que individualiza a pessoa na multidão; o nosso nome nos identifica, declara a nossa filiação, a nossa origem e a nossa descendência familiar. É através do nome se sabe de quem você é filho. Quando aqueles jovens foram apresentados, seus nomes chamaram atenção dos que ouviam, porque em seus nomes havia uma declaração, uma adoração ao SENHOR.
Daniel      è Deus é meu Juiz.
Hananias è O Senhor é clemente (misericordioso);
Misael      è Quem é igual a Deus
Azarias    è Aquele a quem o Senhor ajuda
Ora isso de imediato não pareceu bem ao encarregado do Rei de Babilônia que se chamava Aspenaz (hospedeiro). Daí logo a decisão para a mudança dos nomes dos moços.
Na verdade, o propósito do adversário sempre foi desvirtuar, na vida dos servos, os valores de DEUS. Há uma guerra onde o adversário tenta anular a bênção de Deus na vida do homem. Houve a mudança dos nomes para que os moços se adaptassem à cultura e costumes de Babilônia.
Daniel      è  Beltessazar – “Bel protege a vida”. (Bel: deus de Babilônia)
Hananias è  Sadraque – “Amigo do rei” (amizade com o mundo)
Misael      è  Mesaque  – “Quem é como a advinhação”.
Azarias    è  Abdnego  – “Servo do deus Nego” (deus da ciência humana)
Na mudança dos nomes havia uma inversão de valores, um intento sutil de menosprezar a adoração ao Senhor.
Na mudança dos nomes havia uma descaracterização da origem deles.
MEDIDAS DO REI PARA MODIFICAR OS JOVENS (ADOLESCENTES) HEBREUS – TIRAR TODA A CULTURA DE ISRAEL, MUDAR A IDENTIDADE E O COMPORTAMENTO.
*     A fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus.
(nova cultura, novo modo de falar = modo do mundo)
*     (v.5) E o rei lhes determinou a porção diária.
( o assédio e os oferecimentos do adversário hoje são diários – TV, revista, etc)
*     das iguarias do rei, e do vinho que ele bebia,
(hábitos da babilônia = hábitos do mundo)
*     e que assim fossem mantidos por três anos,
(tempo determinado pelo rei para moldar os jovens)
*     para que no fim destes pudessem estar diante do rei
(finalidade da preparação = serem capacitados para atuarem profissionalmente, porém servindo e adorando aos ídolos)
*     troca de nomes = troca de identidade
O rei pretendia que Daniel, desde a sua preparação até o dia em que começasse a trabalhar, esquecesse o Senhor e buscasse proteção nos ídolos. Mas nos 3 anos que ali estiveram, foram protegidos pelo Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
O COMPORTAMENTO DE DANIEL
Aparentemente Daniel tinha motivos para aceitar aquela mudança proposta pelo rei, pois:
- fazia parte de uma adaptação à vontade do rei de Babilônia;
- estava longe de casa, longe do templo;
- ninguém estava vigiando-o, pelo contrário, era a ordem daqueles que agora o governava;
- havia um futuro para ele garantido, estaria vivendo entre os que se assentavam à mesma do rei de Babilônia.
Aquilo que estava sendo proposto a Daniel em Babilônia era semelhante àquilo que foi proposto ao Senhor Jesus na tentação no deserto: “Tudo isto te darei se prostrado me adorares”. (Mateus 4:9).
Na próxima lição veremos qual a decisão tomada por Daniel, no seu testemunho de servo em Babilônia, para concluirmos que é  possível servir a Deus num mundo babilônico com tantas ofertas.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE

PERGUNTA PARA CRIANÇAS E INTERMEDIÁRIOS – 07/agosto/11
- ASSUNTO: AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS
- TEXTO FUNDAMENTAL: HEBREUS 11:24-27

1.QUAL O PRIMEIRO SINAL DADO POR DEUS A MOISÉS QUANDO ELE VOLTOU AO EGITO?
RESPOSTA: ÊXODO 7:10 – ELE JOGOU A VARA E ESTA SE TRANSFORMOU EM SERPENTE.
 PERGUNTA PARA ADOLESCENTES – 07-agosto-11
- ASSUNTO: AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS
- TEXTO FUNDAMENTAL: HEBREUS 11:24-27

 1. EM QUE MOMENTO NA VIDA DE MOISÉS SE CUMPRIRAM AS PALAVRAS DE HEBREUS 11:27: “…PORQUE FICOU FIRME, COMO VENDO O INVISIVEL”  
 RESPOSTA: DEUTERONÔMIO 34:7 – “ERA MOISÉS DA IDADE DE CENTO E VINTE ANOS QUANDO MORREU; OS SEUS OLHOS NUNCA SE ESCURECERAM, NEM PERDEU O SEU VIGOR.”

ESTUDO PARA C.I.A - 07/08/2011

IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE

3ª AULA PARA CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES
Hb 11.27- Pela fé DEIXOU o Egito, NÃO TEMENDO a ira do rei; porque FICOU FIRME, como vendo o invisível.

INTRODUÇÃO
Já identificamos, nas aulas anteriores, três atitudes de Moisés: Recusar, Escolher e Deixar.
Agora vamos analisar as outras duas, Não Temer e Ficar Firme, para fecharmos este assunto.
Conhecemos a grande experiência que Moisés teve com Deus quando, ali sozinho no deserto, trabalhando como pastor de ovelhas, uma profissão tão simples, sendo Moisés instruído nas ciências do Egito (At 7:22), no Monte de Deus viu a sarça que ardia e não se consumia e ouviu a voz de Deus. Que bênção!
Deus falou com ele, fez promessas maravilhosas e deu-lhe uma grande responsabilidade. Vocês já sabem: Tirar o povo do Egito e levar para uma terra que o Senhor lhe prometeu (Êx 3:17), terra que mana (brota, nasce, aparece com fartura) leite e mel, terra fértil. Para uma terra brotar leite e mel precisa ser bem fértil, com muitas vegetações para as cabras, as ovelhas se alimentarem e produzirem muito leite; muitas flores para as abelhas produzirem o mel e também muitas frutas, pois a tâmara, por exemplo, era doce como o mel. Essa terra Deus quis dar ao seu povo Israel.
Moisés volta ao Egito para falar com Faraó e dar o recado de Deus: “Deixa ir o meu povo, para que me sirva no deserto.” Êx 7:16.
DESENVOLVIMENTO
Moisés volta para o Egito com a idade de 80 anos (Êx 7:7). Não foi fácil para ele. Precisou que Deus lhe ensinasse como falar e o que falar, mas ele não temeu. Podia ter dito ao Senhor: – Senhor eu estou aqui muito bem com minha esposa, meus filhos, já sou idoso, tenho um trabalho de pastor. Deixa-me ficar quieto aqui.
Não! Pegou a vara ou cajado que Deus lhe deu e que representa o governo do Senhor e saiu para o deserto.
Deus manda que Arão vá ao deserto encontrar-se com o seu irmão Moisés e eles se encontram no Monte de Deus.
Arão e Moisés foram para o Egito é lá reuniram todos os anciãos (mais velhos) dos filhos de Israel e Arão falou todas as palavras que o Senhor disse a Moisés e fez os sinais.
Depois disso eles chegaram à presença de Faraó, não fazendo aquilo que os seus corações ordenavam, seus desejos, suas vontades, mas eles foram com sinais do Senhor, instruídos pelo Senhor. Ele não falou nada que ele pensava, mas tudo o que Deus mandou que fosse dito a Faraó.
Faraó não crê no Senhor e diz que não conhece nenhum Deus de Israel e tão pouco deixaria o povo ir. E mandou que não lhes dessem mais palha para fazer tijolos, mas eles teriam que pegá-las, ou seja, Faraó aumentou o trabalho do povo.
Deus permitiu que Faraó afligisse o povo para que este visse a maldade do homem sem Deus, queria mostrar-lhes que só o Senhor é Deus e ensiná-los a não murmurar, mas confiar nele. Assim também Deus quer que em todos os momentos nós confiemos nele.
PRIMEIRO SINAL – Moisés joga a vara no chão e ela se transforma em serpente. Moisés pega a serpente pela cauda e ela se transforma em vara. Deus estava mostrando que havia um juízo de Deus para Faraó, seu juízo era de morte. E quando Moisés pega a cauda da serpente, ela se transforma em vara. Fala da direção do Senhor para aqueles que crêem e que os leva à vida, como podemos nos lembrar dos sinais que o Senhor operou usando aquele cajado nas mãos de Moisés, lá na frente, trazendo as pragas, abrindo o Mar Vermelho para salvar o povo do exército de Faraó, tocando na rocha para sair água e matar a sede do povo no deserto.
Os magos também fizeram os mesmos sinais, porque o inimigo tem o seu governo no mundo e quer levar à morte Os que vivem nele, mas a serpente de Moisés engole todas as outras.
Assim é o juízo de Deus: Jesus é vida eterna para os que crêem e seu juízo é de morte para aqueles que não querem a salvação. Como a primeira praga: O sangue é vida para os que crêem e morte para os que rejeitam a salvação.
Mesmo vendo o sinal Faraó não creu e Deus manda as dez pragas e na décima praga Faraó deixa o povo ir.
Os filhos de Israel saem, não de mãos vazias, mas como Deus havia prometido, levando os seus pertences: levaram a sua massa para fazer o pão e as suas amassadeiras, seu gado, vasos de prata e vasos de ouro, vestidos, etc.
“E o Senhor deu graça ao povo aos olhos dos egípcios …” Êx12:36.
NÃO TEMER e FICAR FIRME
 Hb 11:27- Pela fé DEIXOU o Egito, NÃO TEMENDO a ira do rei; porque FICOU FIRME, como vendo o invisível.
 Pela fé deixou o Egito mais uma vez e nunca mais veria o rosto de Faraó porque creu naquilo que ele não viu, creu nas promessas de Deus.
Não temeu Faraó, apresentou-se diante dele com os sinais do Senhor, não foi ouvido, desde os primeiros sinais, mas ficou firme em seu objetivo: Libertar o povo de Deus e levá-lo à terra prometida.
Quando deixou o Egito pela última vez ouviu ameaça de morte de Faraó contra Moisés: “Quando vires o meu rosto, certamente morrerás”. Êx 7.
Vivemos, como servos do Senhor, num mundo cheio de ameaças. Ameaças e perseguições tais como ser chamados de cafona, quadrado, antiquado, fanático por igreja, etc. Não precisamos temer, porque a nossa vitória vem do Senhor.
Tudo o que Moisés deixou era visível: as riquezas, o poder …  Moisés viu o invisível, as promessas de Deus e ficou firme.
Recusou o material, o visível e o passageiro, mas em compensação pode ver o espiritual, o invisível e o eterno.
 Sua resposta à ameaça de Faraó foi: “Bem disseste, eu nunca mais verei o teu rosto”.
Essa é também a resposta que o Senhor quer que seus servos fiéis dêem a este mundo, pois isto os fará permanecer firmes até o fim, quando o Senhor Jesus voltar.
A Palavra, em Dt 34:7, diz: “Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu; os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu o seu vigor.”
Ele sofreu com o povo durante toda a sua vida, mas teve muitas vitórias, pois viu a glória do Senhor, ouviu a voz de Deus, conduziu o povo pelo deserto até a entrada da terra e descansou nos braços do Senhor. Tudo porque tomou uma posiçao definida diante de Deus:
 1ª – RECUSAR
2ª – ESCOLHER
3ª – DEIXAR
4ª – NÃO TEMER
5ª – FICAR FIRME
 “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” 1 Co 2:9.