quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ESTUDO 14 DE AGOSTO - C.I.A

Estudo para crianças, intermediários e adolescentes 14/08/2011

ASSUNTO PARA A ESCOLA BIBLICA DOMINICAL PARA AS CLASSES DE:
CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES.

TEMA: O TESTEMUNHO DO SERVO DO SENHOR

Título: O TESTEMUNHO DE DANIEL – (1ª aula)
Ler:  Daniel 1:6-7 – “E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. E o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel pôs o de Beltessazar, e a Hananias, o de Sadraque, e a Misael, o de Mesaque, e a Azarias, o de Abede-Nego”.
OBJETIVO DA AULA
Daniel – exemplo do servo que alcançou a vitória através da decisão tomada diante do Senhor de testemunhar do Senhor numa terra estranha. Com o seu testemunho, Daniel assim preservou sua íntima comunhão com Deus, conciliando sua vida espiritual e sua formação profissional (o testemunho, a conduta do servo).
INTRODUÇÃO
UMA PERGUNTA: É possível servir a Deus em Babilônia?
Babilônia foi fundada por Ninrode e era a cidade mais magnífica do mundo antigo. Situada no berço da raça humana, às margens do rio Eufrates, foi edificada ao redor da torre de BABEL (Gn 11:9).
A cidade era a residência predileta dos reis babilônicos, assírios e persas e até mesmo de Alexandre o Grande, que tinha planos de embelezá-la ainda mais, porém morreu antes de poder concretizá-los. Era, portanto, o centro das atenções do mundo antigo e foi a capital do primeiro império político do homem.
O império babilônico sucedeu ao império Assírio de pouca expressão no cenário político da história do homem. O império babilônico por mãos de Nabucodonosor alcançou a glória, e era o que de mais importante existia. Sua pompa foi tão expressiva que até hoje os historiadores falam dos avanços que aquele império proporcionou (jardins suspensos – rede de esgotos – etc.).
Estar em Babilônia era estar em evidência; participar da mesa do Rei era motivo de muita satisfação e honra para o nobre de Babilônia.
DANIEL CAPÍTULO 1
MOMENTO HISTÓRICO
v.1 “No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou”.
EXPLICAR RESUMIDAMENTE QUEM FOI NABUCODONOZOR E O MOMENTO VIVIDO POR ISRAEL
DADOS SOBRE NABUCODONOZOR (APENAS PARA PROFESSOR)
•     (Nabucodonozor = “Nabu – projeta meu filho”) Nabu = divindade babilônica.
Seu pai foi o fundador da dinastia babilônica que dominou o império assírio. Em 612 a.C. Nabucodonozor foi coroado príncipe e comandante do exército caldeu que derrotou os egípcios. Seu exército invadiu Jerusalém em 605 a.C. Nabucodonozor tornou-se rei. Como rei governou de 605 até  562 a.C. – mais da metade do império babilônico (império babilônico durou de 612 a 529).
Nabucodonozor tornou-se um grande estadista, pensava que era poderoso ao conquistar várias nações e tomar Jerusalém, porém não foram conquistas decorrentes de seus méritos ou poderio, o Senhor o usou para derrotar os inimigos de Israel e permitiu o cativeiro com uma lição ao povo desobediente.
V.2 “E o Senhor entregou nas suas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da Casa de Deus, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pôs os utensílios na casa do tesouro do seu deus”.
O CATIVEIRO
O rei de Babilônia trouxe, da linhagem real de Judá, moços sem defeito algum, para aprenderem a cultura e costumes babilônicos e determinou-lhes a comida, os prazeres e toda a participação deles daquilo que o rei vivia. O império babilônico dominava todas as coisas, e uma das técnicas utilizadas pelos reis babilônicos era o de levar para Babilônia os príncipes (os filhos dos nobres) de cada reino conquistado visando uma adaptação dos mesmos aos costumes do império e depois os usava na administração de suas próprias regiões. Agindo assim se evitava os levantes e as revoltas dos povos conquistados.
Na verdade o cativeiro aconteceu em razão do pecado de Israel – o povo pecou, esqueceu-se do Senhor e o cativeiro lhes foi por consequência. Foi, portanto, permitido por Deus para dar um ensino de correção a Israel. (Daniel 1:2). Nabucodonozor trouxe os nobres de Judá para a Babilônia.
OS JOVENS CATIVOS DE ISRAEL:
v.3 “E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel…,”
CARACTERÍSTICAS DOS JOVENS (ADOLESCENTES) ESCOLHIDOS
Requisitos exigidos por Nabucodonozor: (v.3-4)
*     filhos de Israel, da linhagem real e dos nobres;
*     jovens em quem não houvesse defeito algum;
*     formosos de aparência;
*     e instruídos em toda a sabedoria;
*     e sábios em ciência;
*     e entendidos no conhecimento;
*     e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei.
Quem seriam estes jovens (adolescentes) hoje, alvos da escolha do adversário?
O grupo de servos da igreja, fiéis ao Senhor:
*     Nobres;
*     Da linhagem real – filhos de Deus, co-herdeiros com Cristo;
*     De boa aparência – diferentes da aparência dos jovens do mundo;
*     Sem defeitos – sem vícios, sem maus costumes;
*     Instruídos – conhecimento e vivência da Palavra;
*     Bem sucedidos nos estudos;
*     Habilidade para assistirem ao rei – preparados para o serviço do Senhor Jesus.
O verso 6 dá destaque a 4 moços dentre aqueles que foram deportados de Judá: Daniel, Hananias, Misael e Azarias.
Estes moços eram tão diferentes que isto chamou a atenção do chefe dos eunucos, que resolveu mudar-lhes os nomes, (Dn.1:7) para que fossem semelhantes aos outros jovens do reino, para adaptação deles ao reino de Babilônia.
O nome é o que individualiza a pessoa na multidão; o nosso nome nos identifica, declara a nossa filiação, a nossa origem e a nossa descendência familiar. É através do nome se sabe de quem você é filho. Quando aqueles jovens foram apresentados, seus nomes chamaram atenção dos que ouviam, porque em seus nomes havia uma declaração, uma adoração ao SENHOR.
Daniel      è Deus é meu Juiz.
Hananias è O Senhor é clemente (misericordioso);
Misael      è Quem é igual a Deus
Azarias    è Aquele a quem o Senhor ajuda
Ora isso de imediato não pareceu bem ao encarregado do Rei de Babilônia que se chamava Aspenaz (hospedeiro). Daí logo a decisão para a mudança dos nomes dos moços.
Na verdade, o propósito do adversário sempre foi desvirtuar, na vida dos servos, os valores de DEUS. Há uma guerra onde o adversário tenta anular a bênção de Deus na vida do homem. Houve a mudança dos nomes para que os moços se adaptassem à cultura e costumes de Babilônia.
Daniel      è  Beltessazar – “Bel protege a vida”. (Bel: deus de Babilônia)
Hananias è  Sadraque – “Amigo do rei” (amizade com o mundo)
Misael      è  Mesaque  – “Quem é como a advinhação”.
Azarias    è  Abdnego  – “Servo do deus Nego” (deus da ciência humana)
Na mudança dos nomes havia uma inversão de valores, um intento sutil de menosprezar a adoração ao Senhor.
Na mudança dos nomes havia uma descaracterização da origem deles.
MEDIDAS DO REI PARA MODIFICAR OS JOVENS (ADOLESCENTES) HEBREUS – TIRAR TODA A CULTURA DE ISRAEL, MUDAR A IDENTIDADE E O COMPORTAMENTO.
*     A fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus.
(nova cultura, novo modo de falar = modo do mundo)
*     (v.5) E o rei lhes determinou a porção diária.
( o assédio e os oferecimentos do adversário hoje são diários – TV, revista, etc)
*     das iguarias do rei, e do vinho que ele bebia,
(hábitos da babilônia = hábitos do mundo)
*     e que assim fossem mantidos por três anos,
(tempo determinado pelo rei para moldar os jovens)
*     para que no fim destes pudessem estar diante do rei
(finalidade da preparação = serem capacitados para atuarem profissionalmente, porém servindo e adorando aos ídolos)
*     troca de nomes = troca de identidade
O rei pretendia que Daniel, desde a sua preparação até o dia em que começasse a trabalhar, esquecesse o Senhor e buscasse proteção nos ídolos. Mas nos 3 anos que ali estiveram, foram protegidos pelo Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
O COMPORTAMENTO DE DANIEL
Aparentemente Daniel tinha motivos para aceitar aquela mudança proposta pelo rei, pois:
- fazia parte de uma adaptação à vontade do rei de Babilônia;
- estava longe de casa, longe do templo;
- ninguém estava vigiando-o, pelo contrário, era a ordem daqueles que agora o governava;
- havia um futuro para ele garantido, estaria vivendo entre os que se assentavam à mesma do rei de Babilônia.
Aquilo que estava sendo proposto a Daniel em Babilônia era semelhante àquilo que foi proposto ao Senhor Jesus na tentação no deserto: “Tudo isto te darei se prostrado me adorares”. (Mateus 4:9).
Na próxima lição veremos qual a decisão tomada por Daniel, no seu testemunho de servo em Babilônia, para concluirmos que é  possível servir a Deus num mundo babilônico com tantas ofertas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

GRANDE EVANGELIZAÇÃO - CONS. PENA


Região Vale do Rio Doce,

Assunto: GRANDE EVANGELIZAÇÃO

Comunicamos que no dia
21/08/2011 às 19h30min haverá uma Evangelização na cidade de Conselheiro Pena.

Cada Pólo deverá indicar 25 jovens com seus nomes completos, CPF, identidade e data de nascimento para o endereço gov.valadares@icmpes.org.br

Prazo para envio destas informações: 14/08/2011

Valor da Passagem: R$12,00

Valor do Seguro: R$1,00

Os ônibus sairão da porta da Central I às 08h00min

O próprio Porta-voz de Pólo ficará responsável de entregar o valor da Passagem e seguro, referente a seu polo, na secretaria regional.

Fonte.: Secretaria Regional
do dia 21/08/2011. O retorno será as 21h30min do mesmo dia.

Governador Valadares, 05 de agosto de 2011.


COMUNICADO N.º 022/11

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE

PERGUNTA PARA CRIANÇAS E INTERMEDIÁRIOS – 07/agosto/11
- ASSUNTO: AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS
- TEXTO FUNDAMENTAL: HEBREUS 11:24-27

1.QUAL O PRIMEIRO SINAL DADO POR DEUS A MOISÉS QUANDO ELE VOLTOU AO EGITO?
RESPOSTA: ÊXODO 7:10 – ELE JOGOU A VARA E ESTA SE TRANSFORMOU EM SERPENTE.
 PERGUNTA PARA ADOLESCENTES – 07-agosto-11
- ASSUNTO: AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS
- TEXTO FUNDAMENTAL: HEBREUS 11:24-27

 1. EM QUE MOMENTO NA VIDA DE MOISÉS SE CUMPRIRAM AS PALAVRAS DE HEBREUS 11:27: “…PORQUE FICOU FIRME, COMO VENDO O INVISIVEL”  
 RESPOSTA: DEUTERONÔMIO 34:7 – “ERA MOISÉS DA IDADE DE CENTO E VINTE ANOS QUANDO MORREU; OS SEUS OLHOS NUNCA SE ESCURECERAM, NEM PERDEU O SEU VIGOR.”

ESTUDO PARA C.I.A - 07/08/2011

IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE

3ª AULA PARA CRIANÇAS, INTERMEDIÁRIOS E ADOLESCENTES
Hb 11.27- Pela fé DEIXOU o Egito, NÃO TEMENDO a ira do rei; porque FICOU FIRME, como vendo o invisível.

INTRODUÇÃO
Já identificamos, nas aulas anteriores, três atitudes de Moisés: Recusar, Escolher e Deixar.
Agora vamos analisar as outras duas, Não Temer e Ficar Firme, para fecharmos este assunto.
Conhecemos a grande experiência que Moisés teve com Deus quando, ali sozinho no deserto, trabalhando como pastor de ovelhas, uma profissão tão simples, sendo Moisés instruído nas ciências do Egito (At 7:22), no Monte de Deus viu a sarça que ardia e não se consumia e ouviu a voz de Deus. Que bênção!
Deus falou com ele, fez promessas maravilhosas e deu-lhe uma grande responsabilidade. Vocês já sabem: Tirar o povo do Egito e levar para uma terra que o Senhor lhe prometeu (Êx 3:17), terra que mana (brota, nasce, aparece com fartura) leite e mel, terra fértil. Para uma terra brotar leite e mel precisa ser bem fértil, com muitas vegetações para as cabras, as ovelhas se alimentarem e produzirem muito leite; muitas flores para as abelhas produzirem o mel e também muitas frutas, pois a tâmara, por exemplo, era doce como o mel. Essa terra Deus quis dar ao seu povo Israel.
Moisés volta ao Egito para falar com Faraó e dar o recado de Deus: “Deixa ir o meu povo, para que me sirva no deserto.” Êx 7:16.
DESENVOLVIMENTO
Moisés volta para o Egito com a idade de 80 anos (Êx 7:7). Não foi fácil para ele. Precisou que Deus lhe ensinasse como falar e o que falar, mas ele não temeu. Podia ter dito ao Senhor: – Senhor eu estou aqui muito bem com minha esposa, meus filhos, já sou idoso, tenho um trabalho de pastor. Deixa-me ficar quieto aqui.
Não! Pegou a vara ou cajado que Deus lhe deu e que representa o governo do Senhor e saiu para o deserto.
Deus manda que Arão vá ao deserto encontrar-se com o seu irmão Moisés e eles se encontram no Monte de Deus.
Arão e Moisés foram para o Egito é lá reuniram todos os anciãos (mais velhos) dos filhos de Israel e Arão falou todas as palavras que o Senhor disse a Moisés e fez os sinais.
Depois disso eles chegaram à presença de Faraó, não fazendo aquilo que os seus corações ordenavam, seus desejos, suas vontades, mas eles foram com sinais do Senhor, instruídos pelo Senhor. Ele não falou nada que ele pensava, mas tudo o que Deus mandou que fosse dito a Faraó.
Faraó não crê no Senhor e diz que não conhece nenhum Deus de Israel e tão pouco deixaria o povo ir. E mandou que não lhes dessem mais palha para fazer tijolos, mas eles teriam que pegá-las, ou seja, Faraó aumentou o trabalho do povo.
Deus permitiu que Faraó afligisse o povo para que este visse a maldade do homem sem Deus, queria mostrar-lhes que só o Senhor é Deus e ensiná-los a não murmurar, mas confiar nele. Assim também Deus quer que em todos os momentos nós confiemos nele.
PRIMEIRO SINAL – Moisés joga a vara no chão e ela se transforma em serpente. Moisés pega a serpente pela cauda e ela se transforma em vara. Deus estava mostrando que havia um juízo de Deus para Faraó, seu juízo era de morte. E quando Moisés pega a cauda da serpente, ela se transforma em vara. Fala da direção do Senhor para aqueles que crêem e que os leva à vida, como podemos nos lembrar dos sinais que o Senhor operou usando aquele cajado nas mãos de Moisés, lá na frente, trazendo as pragas, abrindo o Mar Vermelho para salvar o povo do exército de Faraó, tocando na rocha para sair água e matar a sede do povo no deserto.
Os magos também fizeram os mesmos sinais, porque o inimigo tem o seu governo no mundo e quer levar à morte Os que vivem nele, mas a serpente de Moisés engole todas as outras.
Assim é o juízo de Deus: Jesus é vida eterna para os que crêem e seu juízo é de morte para aqueles que não querem a salvação. Como a primeira praga: O sangue é vida para os que crêem e morte para os que rejeitam a salvação.
Mesmo vendo o sinal Faraó não creu e Deus manda as dez pragas e na décima praga Faraó deixa o povo ir.
Os filhos de Israel saem, não de mãos vazias, mas como Deus havia prometido, levando os seus pertences: levaram a sua massa para fazer o pão e as suas amassadeiras, seu gado, vasos de prata e vasos de ouro, vestidos, etc.
“E o Senhor deu graça ao povo aos olhos dos egípcios …” Êx12:36.
NÃO TEMER e FICAR FIRME
 Hb 11:27- Pela fé DEIXOU o Egito, NÃO TEMENDO a ira do rei; porque FICOU FIRME, como vendo o invisível.
 Pela fé deixou o Egito mais uma vez e nunca mais veria o rosto de Faraó porque creu naquilo que ele não viu, creu nas promessas de Deus.
Não temeu Faraó, apresentou-se diante dele com os sinais do Senhor, não foi ouvido, desde os primeiros sinais, mas ficou firme em seu objetivo: Libertar o povo de Deus e levá-lo à terra prometida.
Quando deixou o Egito pela última vez ouviu ameaça de morte de Faraó contra Moisés: “Quando vires o meu rosto, certamente morrerás”. Êx 7.
Vivemos, como servos do Senhor, num mundo cheio de ameaças. Ameaças e perseguições tais como ser chamados de cafona, quadrado, antiquado, fanático por igreja, etc. Não precisamos temer, porque a nossa vitória vem do Senhor.
Tudo o que Moisés deixou era visível: as riquezas, o poder …  Moisés viu o invisível, as promessas de Deus e ficou firme.
Recusou o material, o visível e o passageiro, mas em compensação pode ver o espiritual, o invisível e o eterno.
 Sua resposta à ameaça de Faraó foi: “Bem disseste, eu nunca mais verei o teu rosto”.
Essa é também a resposta que o Senhor quer que seus servos fiéis dêem a este mundo, pois isto os fará permanecer firmes até o fim, quando o Senhor Jesus voltar.
A Palavra, em Dt 34:7, diz: “Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu; os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu o seu vigor.”
Ele sofreu com o povo durante toda a sua vida, mas teve muitas vitórias, pois viu a glória do Senhor, ouviu a voz de Deus, conduziu o povo pelo deserto até a entrada da terra e descansou nos braços do Senhor. Tudo porque tomou uma posiçao definida diante de Deus:
 1ª – RECUSAR
2ª – ESCOLHER
3ª – DEIXAR
4ª – NÃO TEMER
5ª – FICAR FIRME
 “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” 1 Co 2:9.

domingo, 31 de julho de 2011

RESPOSTA EDB 31 DE JULHO DE 2011

PERGUNTA PARA JOVENS E OBREIROS – 30/jul/11- ASSUNTO: A ORAÇÃO DO SENHOR JESUS
- TEXTO FUNDAMENTAL: JOÃO CAP.17
1. NO ESTUDO ANTERIOR, IDENTIFICAMOS AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS:
- COM JURAMENTO  – JOÃO 16:7
- ESTÁ À DIREITA DE DEUS E INTERCEDE POR NÓS  – ROMANOS 8:34
É POSSÍVEL IDENTIFICAR AS MESMAS CARACTERÍSTICAS NO CAPÍTULO 17?
RESPOSTA: SIM, É POSSIVEL.

INTRODUCAO:
Lembrando que o evangelho de João foi escrito para a igreja, onde ele apresenta Jesus como o Filho de Deus, o único salvador, o Senhor de todas as coisas (João 1:3).
João apresenta Jesus como o verbo que estava no princípio com Deus, para que a igreja conheça a relação do crente com DEUS em JESUS.
Na conversa de Jesus com seus discípulos a respeito do Espírito Santo no capítulo 16, ele estava, na verdade, falando profeticamente para a igreja, dando sequência ao que vinha falando já desde o capitulo 13, 14 e 15. Nos capítulos 14 a 16, JESUS está falando acerca do pentecostes.
Com estas palavras Jesus não estava se despedindo deles, mas dizendo que iria continuar vivo no meio deles, e agora, através da revelação do Espírito Santo.
A oração do Senhor Jesus pelos seus discípulos no capítulo 17 de Joao é um pedido que ele faz ao Pai em favor não só dos discípulos que estavam ali com ele, mas também em favor de sua igreja ao longo de toda a existência dela.
Tudo o que Jesus prometeu e ensinou aos discípulos nos capítulos 14 a 16, quanto àquilo que o Espirito Santo iria realizar na vida deles quando Ele O enviasse, agora na sua oração por eles Jesus pede ao Pai que tudo seja cumprido.



(DESENVOLVIMENTO DO ASSUNTO):

1.1 CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO ESTUDO ANTERIOR

- COM JURAMENTO  – JOÃO 16:7

 (VS.7) – “Todavia, digo-vos a verdade: que vos convém que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei..”
Jesus fala aos seus discípulos sobre o seu compromisso com o Pai em função do juramento feito pelo Pai, sem arrependimento, “tu és sacerdote eterno...”. Suas palavras são para lhes assegurar que a Sua parte nesse juramento será mantida, através do envio do Consolador.

1.2 IDENTIFICAÇÃO DA MESMA CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO CAPITULO 17
- JOAO CAP.17
- COM JURAMENTO  
– JOÃO 17:1 – “Jesus falou essas coisas e, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti”;

O Senhor Jesus foi enviado para cumprir um juramento feito na eternidade, e, como um juramento não se revoga, ele reafirma ao Pai o seu compromisso que era morrer por nós. Todavia ele sabia que o Pai o glorificaria ao terceiro dia o ressuscitando dentre os mortos.

Na oração pelos discípulos no capítulo 17 de João, o Senhor Jesus conversa com o Pai a respeito do pacto que foi feito na Eternidade para a salvação do homem.
Ele diz no versículo 4 que cumpriu seu juramento de morrer pelo homem: "Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.” Jesus cumpriu o juramento, ou seja, a sua parte no acordo, se oferecendo em favor do homem.

Ainda na expressão do verso 4 - "Eu glorifiquei-te na terra,...": o Senhor Jesus confirma o seu sacerdócio na terra, quando esteve o tempo todo cuidando dos negócios do Pai, ou seja, de Deus.
Também na expressão: "... tenho consumado a obra que me deste a fazer.": O Senhor Jesus, realizou a obra de Deus Pai que lhe competia realizar, até do seu ministério na terra, pois Ele iria continuar a obra ao lado do Pai, só que dessa vez glorificado.


2.1 CARACTERÍSTICAS DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO ESTUDO ANTERIOR

- ESTÁ À DIREITA DE DEUS E INTERCEDE POR NÓS  – ROMANOS 8:34

(Romanos 8:34) – “...Pois é Cristo quem morreu ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós”.

O direito de estar à direita do Pai foi reservado somente ao Senhor que foi aquele que fez por nós o sacerdócio eterno, através de sua morte e ressurreição.

2.2 IDENTIFICAÇÃO DA MESMA CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO CAPITULO 17
- JOAO CAP.17

- ESTÁ À DIREITA DE DEUS E INTERCEDE POR NÓS  – JOAO 17:11, 13 e 20

Verso 11 – “E eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós.”

Verso 13 – “Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos”.
A direita do Pai é o lugar reservado para o intercessor, o mediador, o sumo-sacerdote.
O Senhor Jesus está à direita de Deus, mas não se esquece de nós, pois intercede a todo instante e por isso temos sido guardados em Seu nome.


No verso 20 está a extensão do alvo da intercessão do Senhor Jesus, tanto a sua igreja ali presente junto com ele, que eram os seus discípulos, quando aquela igreja que iria surgir em função de ouvir a palavra do testemunho deles.
"Eu não rogo somente por estes,...": O Senhor não intercede só por aquela igreja fiel daquele tempo.
"... mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim.": Jesus intercede também pela igreja fiel em nossos dias. A igreja hoje que é alvo da intercessão de Jesus, através do Seu Espirito Santo, é aquela que ouve as palavras deles, ou seja, a sã doutrina dos apóstolos. A igreja fiel ali representada era aquela que dava ouvidos a palavra de Jesus, no caso, os seus discípulos que ali o ouviam. Hoje a igreja fiel é aquela que dá ouvidos às palavras que eles receberam do Senhor Jesus e nos transmitiram. Paulo: “...porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei...”. I Cor. 11:23

(VS.20) – “Eu não rogo somente por estes, mas (rogo) também por aqueles que, pela sua palavra (DOUTRINA APOSTÓLICA), hão de crer em mim; (AQUELES QUE HAVERIAM DE SE FIRMAR NA DOUTRINA DOS APOSTOLOS)


PERGUNTA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – 31/jul/11
- ASSUNTO: A ORAÇÃO DO SENHOR JESUS
- TEXTO FUNDAMENTAL: JOÃO CAP.17
1. NOS TEXTOS ABAIXO, IDENTIFICAMOS AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS:
- ADVOGA A NOSSA CAUSA  – I JOÃO 2:1
- ÚNICO SUMO SACERDOTE  – HEBREUS 4:14
É POSSÍVEL IDENTIFICAR AS MESMAS CARACTERÍSTICAS NO CAPÍTULO 17?
RESPOSTA: SIM, É POSSIVEL

INTRODUCAO:
(USAR A MESMA INTRODUCAO PARA OS EBJO)

(DESENVOLVIMENTO DO ASSUNTO):

1.1 CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO TEXTO ABAIXO

- ADVOGA A NOSSA CAUSA  – I JOÃO 2:1

 (I JOAO 2:1) – “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo”.

·        Advogar: aquele é pleitear na justiça, é interceder por outro.
O sentido bíblico da palavra advogado está relacionado àquele que fala em lugar de outra pessoa.
A palavra vem do Latim: AD VOCARE = falar em lugar de outra pessoa.
No grego é a palavra PARACLETO: que significa: chamado para estar ao lado.
Este é o nome dado ao Espírito Santo também em João 16:7, na palavra “Consolador”.

1.2 IDENTIFICAÇÃO DA MESMA CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO CAPITULO 17
- JOAO CAP.17
- ADVOGA A NOSSA CAUSA  – JOAO 17:9, 15
Verso 9 – “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas (rogo) por aqueles que me deste, porque são teus”.
Os argumentos de um advogado são para livrar o réu de uma sentença, por isso o Senhor Jesus diz “eu rogo por eles”, ou seja, pela igreja que será livre do juízo que está posto sobre o mundo, pois ela é alvo da ação do Espírito Santo que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.
Jesus advoga a causa daqueles que sao seus, porque estao comprometidos com ele, mas nao advoga a causa do mundo, porque o mundo não tem acordo com Ele. Ele disse: “o meu reino nao é deste mundo”.
Outro argumento do Senhor Jesus como nosso advogado está no verso 15 – “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal”.
A expressão “não peço que os tires do mundo”, é porque o mundo é o lugar onde a igreja haveria de realizar o seu trabalho de semeadura, e ela nao iria realizar esse trabalho se separando fisicamente do mundo dentro de um convento por exemplo. Todavia, para semear a semente, precisaria estar livre dos males e das contaminacoes do mundo. A igreja não precisaria se apropriar dos recursos do mundo para evangelizar o mundo e nem se misturar com eles.
A palavra “mal” está também relacionda ao maligno, que é o acusador e uma das funções do advogado é defender contra o acusador.
A palavra ROGAR significa: PEDIR COM INSISTÊNCIA E HUMILDADE, SUPLICAR, IMPLORAR.
A palavra GUARDAR significa: VIGIAR PARA DEFENDER, CONSERVAR, PRESERVAR, ZELAR, VELAR.
2.1 CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO TEXTO ABAIXO
- ÚNICO SUMO SACERDOTE  – HEBREUS 4:14
(Hebreus 4:14) – “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão”.

2.2 IDENTIFICAÇÃO DA MESMA CARACTERÍSTICA DO SACERDÓCIO DO SENHOR JESUS NO CAPITULO 17
- JOAO CAP.17

- ÚNICO SUMO SACERDOTE  – JOAO 17 (diversos versículos)
·       Sumo sacerdote: mediador, separado, santificado para tal serviço.
Único Sumo Sacerdote
Verso 2 – “vida eterna” – o Senhor Jesus é o único Sumo Sacerdote com vida eterna, pois os outros só tiveram vida terrena.
Verso 3 – “Jesus Cristo, a quem enviaste”
Verso 4 – “consumado a obra”
Verso 5 – “com a glória, antes...”
Verso 8 – “e creram que me enviaste”
Verso 10 – “todas as coisas são tuas”
Verso 11 - “assim como nós”
Verso 25 – “eu te conheci”
Verso 21 – “o és em mim, e eu em ti”
Verso 22 – “como nós somos um”

Verso 24 – “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo”.

A principal característica do “único” sumo sacerdote é ser eterno, a expressão do texto diz: “tu me amaste antes da fundação do mundo”, antes que os mundos existessem Ele já existia. É “sumo” porque Jesus é eterno, se fosse mortal não poderia assumir essa condição, pois estaria no nível dos homens.
O Senhor Jesus neste versículo menifesta o grande desejo do seu sacerdócio “quero que onde Eu estiver, também eles estejam comigo”. Por isso fomos feitos “reis e sacerdotes”, porque o Senhor Jesus deu-nos esse direito.

Verso 26 – “E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja”.
O ofício do sacerdote consistia em manter uma relação de comunhão entre Deus e o homem. Podemos ver neste texto com muita clareza que o Senhor Jesus exerceu com propriedade este ofício. A base desta relação é o “Amor”, ele transfere este amor para a igreja quando derramou o seu Espírito Santo. Estando ele assim conosco todos os dias.

A vontade do Filho, como sumo sacerdote: no verso 24 - " Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me hás amado antes da criação do mundo”.
O pai cumpre a sua parte no acordo, ao atender a intercessão do Sumo Sacerdote - Jesus – que é alcançar o homem com a salvação.

A TRINDADE EM JOAO CAP.17
VERSO 26 – E eu lhes fiz conhecer o teu nome, - O PAI
e lho farei conhecer mais, - O ESPÍRITO SANTO
(...), e eu neles esteja. – O FILHO

VERSO 17 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.
                       ES                     Jesus                 PAI
♦Santificar – Ação do Espírito Santo
♦Palavra  - O Pai
♦Verdade – O Filho

Verso 23
"Eu neles": Jesus em nós através do Espírito Santo
"E tu em mim": O Pai no Senhor Jesus
"Em unidade": No corpo, em um só Espírito.

terça-feira, 26 de julho de 2011

ESTUDO PARA ADOLESCENTES - 31/07/2011

IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – 31.07.2011

ASSUNTO: AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS
TEXTO FUNDAMENTAL: Hb 11: 24–27
TEXTOS DO DESENVOLVIMENTO DA AULA: Êx 2:16-23 / Êx 3

2ª AULA PARA ADOLESCENTES
Hb. v. 25- “ESCOLHENDO antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;”

Hb. v. 26- “Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.”
Hb v. 27- “Pela fé DEIXOU o Egito …”

INTRODUÇÃO
Na semana passada nós iniciamos o estudo sobre “As Cinco atitudes de Moisés”, com o objetivo de levar as classes a se resguardarem da mentalidade do mundo, tendo em vista a recompensa da vida eterna com o Senhor Jesus.
Nesta semana continuaremos o assunto com o mesmo objetivo e falaremos da segunda e da terceira atitudes de Moisés, que são “escolher” e “deixar”.
Sabemos que Deus nos deu o livre arbítrio para fazermos a nossa escolha entre o certo e o errado, porém não nos deixou à mercê do pecado, antes todos os dias nos tem ensinado o caminho certo através da sua Palavra.
DESENVOLVIMENTO
Textos: Êxodo 2: 16-22.

Moisés tinha ido embora do Egito. Caminhou pelo deserto sozinho. E caminhar pelo deserto não é fácil, pois o calor é intenso, a falta de água, o vento frio da noite. Moisés já enfrentava as suas primeiras lutas quando deixou a confortável vida no Egito. Mas ele não desistiu, continuou a sua caminhada até que chega à terra de Mídia e assenta-se junto a um poço.
Em Midiã morava um Sacerdote chamado Reuel (Jetro), que tinha sete filhas. Indo elas tirar água exatamente no poço onde Moisés estava, vieram os pastores e expulsaram-nas dali (Êx 2:17). Moisés se levantou, defendeu-as e deu água ao rebanho.
Há muitas oposições no mundo para impedir-nos de tirar “a água do poço”, ou seja, de recebermos as bênçãos e direção do Espírito Santo.
As moças, voltando para casa, contam para o seu pai o que tinha acontecido.
“E elas disseram: Um homem egípcio nos livrou da mão dos pastores, e também nos tirou água em abundância, e abeberou o rebanho.” Êx 2:19.
Um homem egípcio? Por que as filhas de Reuel chamam Moisés de Egípcio? Ele era hebreu!
Sabe por quê? Moisés estava vestido com roupas egípcias, suas características eram de um homem egípcio e por isto foi confundido.
Os egípcios adoravam um homem, faraó que era considerado deus deles. No Egito tinha também muitos outros deuses e eles tinham a sua maneira de viver cheia de pecados.
No mundo também é assim. O inimigo vive enganando as pessoas, dizendo que elas mesmas podem mudar a natureza que Deus fez: mudam os casamentos, mudam as famílias e querem fazer somente o que lhes dá prazer. Isso é bom para a nossa vida? Não, porque nós temos compromissos a cumprir: com Deus, com as pessoas, com a vida. Nós temos limites.
“Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez …?” – Mateus 19:4.
Reuel mandou chamar Moisés e convidou-o para morar com eles.
Ali Moisés, de príncipe do Egito, passou a ser pastor de ovelhas. Casou-se com uma das filhas de Reuel, Zípora e teve um filho chamado Gerson “porque disse: Peregrino fui em terra estranha”. Êx 2:22
O POVO NO EGITO
Enquanto Moisés vivia com sua família em Midiã, lá no Egito os filhos de Israel sofriam com a dura servidão, duro trabalho.
“E aconteceu, depois de muitos dias, que morrendo o rei do Egito, os filhos de Israel suspiraram por causa da servidão, e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão”. Êx 2:23.
E Deus se lembrou do concerto, da promessa que tinha feito a Abraão, Isaque e Jacó, porque estava ouvindo o gemido do povo. Deus nunca se esquece da sua promessa. Ele é um Deus misericordioso, amoroso, mas também não força ninguém a servi-lo.
O povo clamou e Deus veio socorrê-lo. Mas não podia ser como mágica, como o mundo gosta, como os enganos do mundo: resolver os seus problemas na hora, sem dar valor à alma, à comunhão com Deus. Resolvidos os problemas voltam a cometer os mesmos erros e trazer piores dificuldades para a sua vida. Não! Tinha que ser um processo de salvação. Um aprendizado. Deus iria mostrar o seu poder, o povo iria aprender que não servimos a Ele à nossa vontade. Era preciso uma troca junto com uma escolha constante: “O Senhor nos livra e nós escolhemos servi-lo”. Era preciso humildade, porque uma das atitudes do homem que o fez perder a salvação no Éden foi a vaidade de querer ser como Deus.
DEUS FALA COM MOISÉS DA SARÇA ARDENTE

“E apascentava Moisés, apascentando o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto e veio ao monte de Deus, a Horebe. E apareceu-lhe o Anjo do Senhor em uma chama de fogo, no meio de uma sarça; e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.” Êx 3:1-2.
“E, completados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor no deserto do Monte Sinai, numa chama de fogo no meio de uma sarça.” Atos 7:30.
E o Senhor falou tudo para Moisés sobre o que ele tinha que fazer. Era grande a responsabilidade. Depois de anos ele teria que voltar ao Egito e falar a Faraó para libertar o povo de Deus.
Era uma tarefa de fé, de coragem, de dedicação e Moisés teria que cumpri-la e vamos ver esta parte na outra semana.


O QUE O SENHOR QUER NOS ENSINAR COM ESSA HISTÓRIA?
2ª ATITUDE: ESCOLHER

  • Hb 11:25- “ESCOLHENDO antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;”
A escolha que fazemos mostra aquilo que realmente somos e aquilo que queremos. Ela não pode ser imposta, tem que ser voluntária e espontânea.
Moisés escolheu deixar as suas riquezas passageiras no Egito e ver o povo levando chicotadas porque seria por pouco tempo.
Os maus tratos com o povo de Deus são passageiros, pois o Senhor nos garante logo a vitória, quando “morremos com Cristo” e podemos ter garantido o gozo eterno da alma, mas os sofrimentos do “gozo do pecado” são eternos e só assegura a morte, pois morrer sem Cristo é tormento eterno para a alma.
Paulo disse:
“… Se morrermos com ele, também com ele viveremos; 2 Tm 2:11
“Se sofrermos com Ele, com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará; 2 Tm 2:12

  • v. 26- “Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa”.
“O vitupério de Cristo” – A palavra vitupério significa vergonha. Foi aquilo que o Senhor Jesus enfrentou para que a vergonha do nosso pecado pudesse ser coberta. Isso fala da morte de Jesus por amor a todos nós. Quando preferimos morrer com Cristo não passaremos pela vergonha eterna do pecado, mas tomamos posse do gozo da salvação e das riquezas da recompensa que vem do Senhor. Esta era a recompensa que Moisés tinha em vista.


3ª ATITUDE: DEIXAR

v. 27- “Pela fé DEIXOU o Egito …”
DEIXAR – Esta atitude de Moisés, deixar o Egito, foi uma recusa ao mundo, ao pecado, às riquezas e glórias passageiras, porque se Moisés permanecesse no Egito, ele seria morto.
Há uma sentença de morte no mundo contra o servo do Senhor, que, se ele não deixar as coisas do mundo, certamente morrerá.
Também foi isso que o Senhor Jesus recusou e deixou, quando o mundo e sua glória lhes foram oferecidos. Em lugar de alegrias passageiras, Ele viu tristezas eternas, dores, discórdias, guerras em lugar de paz, trevas em lugar de luz e assim por diante.
Deixar o Egito é descomprometer-se totalmente com tudo o que existe lá, é desligar-se de todo o envolvimento com o Egito.
Paulo falou:
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”. Gálatas 6:14

ESTUDO DAS CRIANÇAS E INTERMEDIÁRIOS PARA O DIA 31 DE JULHO DE 2011

IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – 31.07.2011
ASSUNTO: AS CINCO ATITUDES DE MOISÉS
TEXTO FUNDAMENTAL: Hebreus 11: 24-27
TEXTOS DO DESENVOLVIMENTO DA AULA: Êx 2:16-23/ Êx 3

2ª AULA PARA CRIANÇAS E INTERMEDIÁRIOS
Hb 11:25 – “ESCOLHENDO antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado”;

Hb 11:26 – “Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa”.

Hb 11:27 – “Pela fé DEIXOU o Egito…”
INTRODUÇÃO
Na semana passada nós iniciamos o estudo sobre “As cinco atitudes de Moisés”, com o objetivo de levar as classes a se resguardarem da mentalidade do mundo, tendo em vista a recompensa da vida eterna com o Senhor Jesus.
Nesta semana continuaremos o assunto com o mesmo objetivo e falaremos da segunda e da terceira atitudes de Moisés, que são “escolher” e “deixar”.
Sabemos que Deus nos deu o livre arbítrio para fazermos a nossa escolha entre o certo e o errado, porém não nos deixou à mercê do pecado, antes todos os dias nos tem ensinado o caminho certo através da sua Palavra.
DESENVOLVIMENTO
Textos: Êxodo 2:16-22

2ª ATITUDE – ESCOLHER
Moisés tinha ido embora do Egito. Caminhou pelo deserto sozinho. E caminhar pelo deserto não é fácil, pois o calor é intenso, a falta de água, o vento frio da noite. Moisés já enfrentava as suas primeiras lutas quando deixou a confortável vida no Egito. Mas ele não desistiu, continuou a sua caminhada até que chega à terra de Mídiã e assenta-se junto a um poço.
Em Midiã morava um Sacerdote chamado Reuel (Jetro), que tinha sete filhas. Indo elas tirar água exatamente no poço onde Moisés estava, vieram os pastores e expulsaram-nas dali (Êx 2:17). Moisés se levantou, defendeu-as e deu água ao rebanho.
Há muitas oposições no mundo para impedir-nos de tirar “a água do poço”, ou seja, de recebermos as bênçãos e direção do Espírito Santo.
As moças, voltando para casa, conta para o seu pai o que tinha acontecido.
“E elas disseram: Um homem egípcio nos livrou da mão dos pastores, e também nos tirou água em abundância, e abeberou o rebanho.” Êx 2:19.
Um homem egípcio? Por que as filhas de Reuel chamam Moisés de Egípcio? Ele era hebreu!
Sabe por quê? Moisés estava vestido com roupas egípcias, suas características eram de um homem egípcio e por isso foi confundido.
Os egípcios adoravam um homem, faraó, que era considerado deus deles. No Egito tinha também muitos outros deuses e eles tinham a sua maneira de viver cheia de pecados.
No mundo também é assim. O inimigo vive enganando as pessoas dizendo que elas mesmas podem mudar a natureza que Deus fez: Mudam os casamentos, mudam as famílias, homens querem ser mulheres e mulheres querem ser homens (“Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, …?” – Mateus 19:4), fazem somente o que lhes dá prazer. Isso é bom para a nossa vida? Não, porque nós temos compromissos a cumprir: com Deus, com as pessoas, com a vida. Nós temos limites nas nossas ações.
Reuel mandou chamar Moisés e convidou-o para morar com eles.
Ali Moisés, de príncipe do Egito, passou a ser pastor de ovelhas. Casou-se com uma das filhas de Reuel, Zípora, e teve um filho chamado Gerson “porque disse: peregrino fui em terra estranha”. Êx 2:22.
Agora Moisés não tinha mais aparência de um egípcio. Ele se vestia e se comportava como um hebreu. Ele estava morando com uma família parecida com a que ele foi criado: sua mãe, pai e irmãos, antes de desmamar e que conheciam o Senhor Deus. Não seria mais confundido com um egípcio.
Hb 11:25- “ESCOLHENDO antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;”
Moisés fez a sua escolha.
A escolha que fazemos mostra aquilo que realmente somos e aquilo que queremos. Ela não pode ser imposta, tem que ser voluntária e espontânea.
Moisés escolheu deixar as suas riquezas passageiras no Egito e ver o povo levando chicotadas porque seria por pouco tempo.
Os maus tratos com o povo de Deus são passageiros, pois o Senhor nos garante logo a vitória, quando morremos com Cristo e podemos ter garantido o gozo eterno da alma, mas os sofrimentos do gozo do pecado são eternos e só asseguram a morte, pois morrer sem Cristo é tormento eterno para a alma.
Paulo disse:
“… Se morrermos com ele, também com ele viveremos;” .
“Se sofrermos com Ele, com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;” 2 Tm 2:12.

3ª ATITUDE – DEIXAR

v. 27- “Pela fé DEIXOU o Egito …”
DEIXAR – Essa atitude de Moisés, deixar o Egito, foi uma recusa ao mundo, ao pecado, às riquezas e glórias passageiras, porque se Moisés permanecesse no Egito, ele seria morto (Êx 2:15).
Há uma sentença de morte no mundo contra o servo do Senhor, que, se ele não deixar as coisas do mundo, certamente morrerá.
Também foi isso que o Senhor Jesus recusou e deixou, quando o mundo e sua glória lhe foram oferecidos. Em lugar de alegrias passageiras, ele viu tristezas eternas, dores, discórdias, guerras em lugar de paz, trevas em lugar de luz e assim por diante.
Deixar o Egito é descomprometer-se totalmente com tudo o que existe lá, é desligar-se de todo o envolvimento com o Egito.
Paulo falou:
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”. Gl 6:14.
Governador Valadares-MG, 26 de julho de 2011.

Comunicado do Pólo 03:
Comunicamos que no dia 06/08/2011 haverá uma reunião com todos os jovens e professoras das igrejas do pólo 03,  às 16:00 horas nos locais conforme distribuição abaixo:
Local: Igreja Treze de Maio
Igrejas participantes: Treze de maio, Bairro São Paulo, Bairro Lourdes 2, São Cristóvão, Turmalina, Rita 3, Nova Vila Bretãs, Maravilha.

Local: Igreja do Esperança
Igrejas participantes: Esperança, Altinópolis 1, Grã-Duquesa 2, Sra.Graças 1, Santa Helena 2, Efigênia 2, Santos Dumont.



MARANATA
O Senhor Jesus Vem

PERGUNTAS DA SEMANA

AS PERGUNTAS DA SEMANA ESTÁ NA PÁGINA DA EBD DO LADO DIREITO DESTE BLOG, É SÓ COPIAR E COLAR.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

ORDENAÇÃO DE 6 NOVOS PASTORES - VALE DO RIO DOCE

EXPERIÊNCIA VALE DO RIO DOCE

O Senhor neste final de semana(25/07/2011), no seminário de 1º período concedeu uma benção maravilhosa para a área, confirmando o nome de 6 novos pastores, foi uma experiência muito grande para os presentes, um momento de comunhão profunda com o Senhor. TUDO PARA A HONRA E GLORIA DO NOME DO SENHOR.

MARANATA
O SENHOR JESUS VEM

quarta-feira, 20 de julho de 2011

AULA PARA ADOLESCENTES -

AULA PARA OS ADOLESCENTES
TEXTOS FUNDAMENTAIS: Hebreus 11: 24–27/ Êxodo 10:28 e 29

1ª Aula
Introdução
Nos estudos sobre santificação na vida do servo pudemos conhecer as maneiras que o inimigo usa para se opor a Deus: Magos, duendes, “Halloween”, filmes violentos, festas com comidas típicas, danças, músicas, mau uso de internet e tantas outras coisas para atrair as pessoas para o adorarem.
Muitos sinais e maravilhas Deus operou, através da fidelidade na vida de Moisés. Um deles: Ouvir a voz de Deus falando com ele.
Ele alcançou um grande projeto de Deus, que ficou marcado na história até hoje: Tirar o povo de Israel do cativeiro do Egito e levá-lo para uma terra que Deus havia ordenado.
Agora teremos três aulas para conhecermos as 5 atitudes que levaram Moisés a essa vitória e que nos ensinarão a sermos vitoriosos diante dos nossos inimigos.
As Cinco Atitudes de Moisés são:
HEBREUS 11:24–27
v. 24- Pela fé Moisés, sendo já grande, RECUSOU ser chamado filho da filha de Faraó,
v. 25- ESCOLHENDO antes ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;
v. 26- Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
v. 27- Pela fé DEIXOU o Egito, NÃO TEMENDO a ira do rei; porque FICOU FIRME, como vendo o invisível.
Nesta PRIMEIRA AULA vamos estudar a primeira atitude de Moisés:
v. 24- Pela fé Moisés, sendo já grande, RECUSOU ser chamado filho da filha de Faraó.
Nós já conhecemos a história de Moisés. Sabemos que, quando ele nasceu, havia uma sentença de morte sobre todos os meninos. Sua mãe o escondeu por três meses e quando não podia escondê-lo mais, fez um cestinho e betumou-o por dentro e por fora e colocou Moisés entre os juncos dentro do rio. Mas vocês pensam que ela o abandonou? Não! Pediu para a irmã de Moisés, Mirian ir seguindo o cestinho vigiando em todo o tempo.
Deus tinha um plano na vida de Moisés, por isso guardou a sua vida.
Sabe quem achou aquele cestinho? A filha de Faraó. Ela desceu para tomar banho no rio e viu aquele cestinho e pediu que a sua criada o pegasse para ela. E quando o abriu viu um menino que chorava. Reconheceu que era um bebê dos hebreus. Mirian, sem falar que aquele bebê era seu irmão, logo se ofereceu para encontrar uma ama que cuidasse do bebê até que ele desmamasse. A princesa concordou e Mirian chamou a sua mãe, Joquebede, para cuidar do seu próprio filho. Que alegria para aquela mãe!
Moisés, então aprendeu as primeiras lições com a sua mãe, que lhe ensinou a ser um hebreu. Quando ele cresceu, foi levado para a filha de Faraó, que o adotou e deu o nome para ele: Moisés – porque das águas foi tirado.
Estudou, aprendeu as letras e as ciências do Egito, mas quando ficou adulto saiu para ver os hebreus trabalhando em duras cargas e viu quando um egípcio feria um de seus irmãos hebreus. Ele defendeu o hebreu e isto não foi bom para ele. Faraó ficou sabendo e procurou matá-lo. Fugindo para a terra de Midiã, lá teve uma experiência com Deus.
Deus falou para ele voltar, porque queria tirar o seu povo do Egito. Não foi fácil para Moisés voltar ao Egito, mas ele obedeceu, creu, e muitos sinais de maravilhas, lembrados até hoje, Deus operou na vida de Moisés.
Já estudamos alguns sinais, que foram as 10 pragas.
Vocês se lembram da praga das trevas? Havia uma escuridão total. Só nas casas dos hebreus havia luz. Foi neste momento que Faraó disse para Moisés:
“E disse-lhe Faraó: Vai-te de mim, guarda-te que não mais vejas o meu rosto; porque no dia em que vires o meu rosto, morrerás.” E Moisés lhe responde: “Bem disseste; eu nunca mais verei o teu rosto.” Ex 10:28, 29.
Agora vamos ver uma coisa interessante:
  • Por três meses a mãe de Moisés o escondeu, mas quando não pôde escondê-lo mais, o colocou no rio em um cesto betumado por dentro e por fora.
Esse tempo representa para nós, hoje, o tempo de vocês, crianças, adolescentes e jovens. Hoje há uma mãe, a igreja, que ora, que jejua por vocês; há os ensinamentos na Escola Dominical todos os domingos; os cultos onde vocês escutam a Palavra, cantam louvores, aprendem a orar, a glorificar ao Senhor.
  • Por três vezes Moisés recebe uma sentença de morte e Deus o livra:
1-     Quando nasceu – “Então ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem lançareis no rio, mas a todas as filhas guardareis com vida”. Ex 1: 22;
2-     Quando deixou o Egito – “Ouvindo, pois, Faraó este caso, procurou matar a Moisés.” Ex 2:15;
3-     Quando estava prestes a deixar o Egito para sempre – “… No dia em que vires o meu rosto, morrerás.” Ex 10:28.
Em todas as vezes Deus livrou Moisés da morte, porque ele recusou ser chamado filho da filha de Faraó. Moisés recusou porque fez uma comparação de valores. O que comparou? O tesouros do mundo, os banquetes (muita comida, bebida, festas). Tinha tudo nas mãos para conquistar o mundo. Talvez fosse um dos prováveis substitutos de Faraó. Como recusar isso tudo? Ele recusou porque entendeu que os valores deste mundo são passageiros e que os valores do reino de Deus são eternos.
O mundo está sempre comemorando, atraindo as pessoas com suas festas, comidas típicas, danças em volta da fogueira, grandes eventos, grandes produções de filmes, curas, óleos santos, shows góspel, para atrair os jovens e os adolescentes.
O que a Palavra nos fala sobre o reino de Deus?
Em Romanos 14:17 há uma definição sobre as características do reino de Deus:
“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”.
Justiça – porque um justo, Jesus, morreu por nós e lavados no sangue de Jesus nos tornamos sacerdotes de Deus. E depois dessa morte de cruz, Deus nos ouve sempre que pedimos a ele em nome de Jesus.
Paz – porque há um povo que não vive egoísticamente, mas vive para um bem comum, porque somos igreja Corpo de Cristo.
Alegria – É o Espírito Santo que nos dirige, nos consola, nos ensina, nos coloca no caminho em todos os momentos.
Nossa resposta para o mundo é: “Bem disseste; eu nunca mais verei o teu rosto.”, porque recusamos o mundo para vivermos uma vida eterna com Jesus.